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Segundo Marcelo Oliveira, o objetivo é vencer em Campinas, mas ele reconhece bom momento do rival, invicto no Paulista e diz que 'um ponto estará de bom tamanho'

Marcelo Oliveira (à esq.) treina com o grupo do Palmeiras
Gazeta Press
Marcelo Oliveira (à esq.) treina com o grupo do Palmeiras

O Palmeiras enfrentará a Ponte Preta neste domingo, em Campinas, com um time cheio de reservas ainda a ser definido por Gilson Kleina. E os jogadores, cientes de que titulares serão poupados para enfrentar o Libertad na quinta-feira, já admitem: empatar com o único time invicto do Campeonato Paulista, fora de casa, será satisfatório.

Palmeiras deve se contentar com empate contra a Ponte Preta? Comente

"Nosso principal objetivo é ir lá e vencer. Conseguindo, quebraríamos essa série invicta da Ponte. Mas eles estão bem, o jogo será difícil... Dependendo da situação, um ponto estará de bom tamanho", admitiu Marcelo Oliveira, um dos poucos que enfrentaram o Tigre na terça-feira com chance de atuar no Moisés Lucarelli.

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O volante, que joga improvisado na lateral esquerda ou na zaga, enche o adversário do fim de semana de elogios. "O conjunto é o ponto forte da Ponte Preta. Eles estão com um grupo muito forte, bem unido, sabem o que fazem em cada jogo. Quando um grupo está bem fechado, as coisas dão certo como estão dando para eles. Temos que ficar bem atentos."

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Pensando em assegurar a classificação nas quartas de final do Estadual, o empate não seria mesmo tão ruim para o Palmeiras, que inicia a 17ª rodada em sétimo lugar e a quatro pontos do nono colocado. Mas, no objetivo inicial de ficar entre os quatro times de melhor campanha, os três pontos seriam fundamentais.De qualquer forma, os jogadores não sabem muito o que dizer antes de saber claramente o planejamento de Gilson Kleina para escalar a equipe. Por enquanto, só é garantido que Mauricio Ramos ficará de sobreaviso no banco, com Vilson e André Luiz como titulares, já que ambos estão impedidos de enfrentar o Libertad - o primeiro está suspenso e André Luiz ainda não foi inscrito na Libertadores.

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Nas laterais, Weldinho é um nome quase certo, com Fernandinho tendo chances de atuar na esquerda - Marcelo Oliveira seria uma opção, mas deve descansar para ser zagueiro de novo na quinta-feira, já que Henrique pode ser vetado de novo. No meio-campo, sem Léo Gago, suspenso, os maiores candidatos são Wendel e João Denoni na marcação, deixando a criatividade entre Ronny, Tiago Real e Rondinelly. O ataque, se não tiver Leandro, que volta de madrugada da Bolívia após defender a Seleção Brasileira, pode ser composto por Caio e Vinicius.

Alguns dos que foram titulares contra o Tigre, na terça-feira, como Charles e Ayrton, dizem que gostariam de jogar em Campinas. "Todos do último jogo foram bem. Mas prefiro deixar isso com o Gilson", falou o lateral direito.

Existe, porém, uma compreensão para a decisão de evitar que alguns jogadores se desgastem antes do confronto direto pela liderança do grupo 2 da Libertadores. "Se o Gilson pudesse, é claro que manteria o time sempre até para entrosar. Mas, por lesão ou opção técnica, tem que mexer", disse Marcelo Oliveira.

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