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São Paulo fica com quatro fisioterapeutas na comissão técnica da equipe: Ricardo Sasaki, Alessandro Pereira, Carlos Alberto Presinoti e Cilmara Moretti

Causou surpresa a demissão de Luiz Rosan, fisioterapeuta que estava no São Paulo desde 2003 e foi um dos idealizadores do Reffis. A explicação de Adalberto Baptista, principal responsável pela decisão, é de que ele vinha sendo advertido constantemente por não aceitar a postura do clube em não conceder privilégios. A gota d’água teria sido uma reação não amistosa do agora ex-funcionário.

"Ninguém tem privilégios. O São Paulo sempre procura ser muito paritário no tratamento a jogadores e funcionários. O Rosan queria ter algo que não batia com nosso pensamento. Quem vai (ao estádio) junto com a delegação, não precisa de nada. Funcionário que quer ir com condução própria precisa de ingresso. Só que muitos deles dão para outras pessoas", disse o dirigente à Rádio Transamérica.

Na última vez em que a regalia foi negada, Rosan se revoltou, segundo Adalberto. "Ele foi advertido verbalmente. No último episódio, usou de truculência, o que nos deixou muito desgostosos. Foi um dos motivos que levaram nossa diretoria a tomar essa atitude", comentou.

O diretor de futebol deu a entender que há outros fatos que não iria expor. O que se comenta nos bastidores, porém, é que ambos não tinham bom relacionamento. Rosan não gostava das contratações de atletas lesionados, como Luis Fabiano, Fabrício e Paulo Henrique Ganso.

Em 2010, dois membros também envolvidos na criação do Reffis já haviam deixado o clube. Carlinhos Neves, atualmente preparador físico do Atlético-MG, e o fisiologista Turíbio Leite de Barros foram demitidos.

Com a saída de Rosan, o São Paulo fica com quatro fisioterapeutas na comissão técnica da equipe: Ricardo Sasaki, Alessandro Pereira, Carlos Alberto Presinoti e Cilmara Moretti.

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