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Estádio foi interditado após laudo técnico apontar problemas estruturais. Segundo Eduardo Paes, laudo não é conclusivo quanto a existência de falha de projeto na construção

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro
Getty Images
Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, descartou na manhã desta quarta-feira qualquer possibilidade de demolição do Estádio do Engenhão. Paes, no entanto, voltou a afirmar que o estádio corre o risco de desabar. O Engenhão foi interditado nesta terça, após um laudo técnico apontar problemas estruturais. “Não há esse risco, é um problema na cobertura”, disse o prefeito em entrevista ao Bom Dia Rio .

Segundo Paes, o laudo ainda não é conclusivo quanto a existência de falha de projeto na construção do estádio. O prefeito qualificou ainda a obra como polêmica e problemática.

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"Há uma garantia da empresa que faz (a construção). Tudo aquilo que for erro de execução, a prefeitura tem como cobrar. O problema é que esta obra, à época, foi cheia de problemas e polêmicas. A empreiteira que estava fazendo saiu e as empresas do consórcio que terminaram a obra entraram depois. E, à, época, no contrato, assinado por outra administração, foi dito que a responsabilidade pelo projeto passava a ser do município, poque nós não tivemos tempo de analisar esse projeto", afirmou.

O Engenhão foi inaugurado em junho de 2007. Com o Maracanã em obras para a Copa das Confederações desde 2010, o estádio virou o principal palco do futebol carioca.

O Botafogo tem a concessão do estádio. Além do Fogão, Flamengo e Fluminense têm mandado os jogos no Engenhão. O Vasco utiliza o estádio em clássicos.