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São Paulo enfrenta o Vasco nesta quarta-feira pelo Brasileirão com dupla de volantes que tem, até agora, 100% de aproveitamento no ano

Denilson e Wellington comemoram gol do São Paulo
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Denilson e Wellington comemoram gol do São Paulo

O São Paulo enfrenta o Vasco nesta quarta-feira com uma dupla que, até aqui, está 100% no ano: Wellington e Denilson. A presença dos volantes em campo não significa que o time necessariamente sairá de São Januário com a vitória, mas traz otimismo aos torcedores.

Wellington e Denilson conseguirão repetir o sucesso de Josué e Mineiro? Comente

Se os mais novos podem se apegar mais às cinco vitórias deles em cinco jogos em 2012 (contra Botafogo-SP, Oeste e São Caetano, pelo Campeonato Paulista, e Portuguesa e Palmeiras, no Brasileiro), alguns mais antigos se lembram de outro dueto de sucesso.

"O pessoal brinca que somos Josué e Mineiro", diz Denilson, que pôde atuar ao lado dos ex-são-paulinos na primeira passagem pelo meio-campo tricolor. "Não tem nada a ver. Eles fizeram uma história maravilhosa, e nós estamos começando, embora eu tenha certeza de que iremos dar muitas alegrias também".

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Denilson e Wellington são crias das divisões de base são-paulina e ainda não foram campeões atuando pela equipe tricolor. Já Josué e Mineiro chegaram respectivamente de Goiás e São Caetano para ganhar quatro títulos (Campeonato Paulista, Copa Libertadores e Mundial, em 2005, e Campeonato Brasileiro de 2006).

"Nosso objetivo é também fazer história. Muitos volantes foram campeões aqui, ganharam títulos, fizeram gol em Mundial, em Libertadores", comentou Wellington, de 21 anos, três anos mais novo do que o parceiro, o qual fez seu primeiro gol pelo clube no sábado, diante do Palmeiras.

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O bom retrospecto poderia ser ainda melhor se eles tivessem atuado mais vezes juntos. O impeditivo foi uma grave lesão sofrida por Wellington, em fevereiro, que o obrigou a passar por cirurgia no joelho esquerdo e ficar seis meses em recuperação. Agora, devagar, vem retomando a titularidade sob comando do técnico Ney Franco.

"Ele me ajuda a marcar e tem liberdade de ir à frente para fazer gol, assim como eu. Quando um sobe ao ataque, pode ir tranquilo porque o outro sempre vai estar guardando o meio-campo. Isso dá maior conforto", agradece Denilson.

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