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Eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2010, uruguaio chegou ao Internacional após dez anos no futebol europeu

EFE

Forlán, atacante do Inter
Gazeta Press
Forlán, atacante do Inter

Melhor jogador da Copa do Mundo de 2010 e com dez anos de carreira no futebol europeu, o atacante Diego Forlán, do Internacional , falou em entrevista ao site da Fifa, sobre seus primeiros momentos no Brasil. "É um belo desafio", classificou o craque da seleção uruguaia, que chegou ao país em julho.

Forlán ainda contou o que foi determinante para que ele escolhesse desembarcar no país pentacampeão mundial de futebol: "Sempre foi um campeonato difícil, com seis ou sete equipes lutando pelos quatro primeiros lugares, e nos últimos anos só se definiu no final. Joga-se um bom futebol, há grandes clubes, clássicos atraentes".

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Depois de passar por Manchester United, Villareal, Atlético de Madrid e Internazionale, o uruguaio explicou que era a hora de mudar de ares. "Foram dez anos espetaculares, apesar de algumas questões específicas, como ter jogado pouco pela Internazionale. Apareceu esta opção. Ainda por cima, significava estar outra vez perto da minha casa, família e amigos".

Forlán comentou também as diferenças do futebol brasileiro e do europeu: "A mais visível é o tamanho dos campos, que aqui (no Brasil) são maiores e tornam o preenchimento de espaços mais difícil, mas o futebol praticado também é bastante dinâmico em termos gerais. As outras diferenças são relativas e dependem das equipes, do treinador, do plantel", comentou.

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O atacante ainda falou sobre a seleção uruguaia, que decepcionou nos Jogos Olímpicos de Londres. "As três partidas foram dificílimas. Até mesmo os Emirados Árabes, que no fim derrotamos, dominaram o jogo e criaram várias situações de gol. E veja o Senegal: mostrou ser uma equipe rápida, forte e boa tecnicamente. Marcou o segundo gol contra nós mesmo jogando com um a menos. Já não há mais resultados previsíveis".

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Já sobre a disputa a Copa do Mundo, a preocupação é não cair na repescagem (ficar na quinta colocação e enfrentar uma seleção asiática), mas Forlán admitiu que se for preciso, a seleção terceira colocada na Copa de 2010, encarará o desafio. "A verdade é que, desde que a gente se classifique para a Copa do Mundo, não me importa como seja. Nunca foi fácil para nós, e o objetivo é conseguir antes, mas, se for para estar lá, aceito já uma repescagem", garantiu.

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