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Mohammed Bin Hammam candidatou-se à presidencia da Fifa, mas foi excluído por tentar comprar votos

A AFC (Confederação de Futebol da Ásia, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira uma suspensão provisória de 30 dias para o seu ex-presidente, o catariano Mohammed Bin Hammam, acusado de desviar dinheiro da entidade que rege o futebol asiático.

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Bin Hammam enfrenta mais uma acusação séria
AP
Bin Hammam enfrenta mais uma acusação séria

De acordo com AFC, foi realizada uma auditoria de um ano que "revelou infrações relativas à execução de alguns contratos e alteração de contas bancárias da AFC", informou, em breve comunicado, a confederação asiática, nesta segunda-feira.

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O dirigente do Catar foi eleito presidente da AFC em 2002 e seguiu como principal nome do futebol da Ásia até maio de 2011. Concorrente à presidência da Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), viu sua reputação ruir uma semana antes da eleição, quando estourou o maior escândalo de corrupção da história da entidade máxima do futebol.

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Hammam foi acusado de oferecer dinheiro para comprar o voto de 24 nações do Caribe nas eleições da Fifa. Por conta disso, perdeu seu cargo na AFC e recebeu uma dura suspensão vitalícia de toda e qualquer atividade ligada ao futebol. Ele recorre contra a decisão.

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