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Futebol

17/08 - 07:47

Experiência é o segredo do Internacional em busca do bi
Clube aprimora estratégia de quatro anos atrás e caminha para conquistar o segundo título continental de sua história

Altair Santos, especial para o iG

A fórmula de sucesso do Internacional em competições intercontinentais tem a experiência como ingrediente principal. Ela começa no elenco, com Tinga, Índio, Bolívar, Rafael Sóbis e Fabiano Eller, remanescentes das conquistas de 2006, passa pela torcida, que aprendeu o peso de competições como a Libertadores, e termina na diretoria, que amadureceu junto com as importantes conquistas do clube.

No entender do vice-presidente de marketing do Internacional, Jorge Avancini, não só os títulos da Libertadores e do Mundial interclubes de 2006, mas as conquistas da Copa Sul-americana, da Recopa e da Copa Dubai ensinaram o “caminho das pedras” ao clube. “O Inter amadureceu, conquistou visibilidade internacional e, num contexto geral, aprendeu como essas competições funcionam”, diz.

Pelas palavras do dirigente, se entende por que o técnico uruguaio Jorge Fossati não resistiu e foi demitido. O treinador queria adotar uma fórmula diferente, mas o Internacional sabia que a trilha a ser seguida era a mesma de 2006. Celso Roth, o substituto de Fossati, entendeu a filosofia e chegou à decisão. Uma das resistências do técnico uruguaio existia quanto às repatriações de Tinga e Rafael Sobis. 

Fossati foi, os ídolos retornaram e, hoje, o Internacional avalia que tomou a decisão certa na hora certa. “O Rafael Sóbis é um jogador que foi formado aqui dentro, tem uma ligação muito forte com o Internacional. O Tinga, que embora não tenha sido formado pelo Inter, é um torcedor colorado. Ter no elenco um pessoal fortemente ligado ao clube cria identidade com a torcida e sempre traz resultado”, explica Avancini.

Com a reconstituição da base de 2006, o Internacional resgatou também coincidências com a conquista de quatro anos atrás. Naquele ano, além de ter Tinga, Índio, Bolívar, Rafael Sóbis e Fabiano Eller no elenco – sem contar Clemer, que hoje é treinador de goleiros –, também foi disputada uma Copa do Mundo, que o Brasil não ganhou, e o Inter, a exemplo de 2010, não foi campeão gaúcho. “Está tudo muito igual”, comemora Avancini.
 
Onde andam alguns dos campeões de 2006
 
Clemer: atualmente é preparador de goleiros do Inter
Bolívar: no Inter
Fabiano Eller: no Inter
Índio: no Inter
Elder Granja: no Vasco da Gama
Tinga: no Inter
Perdigão: sem clube
Jorge Wagner: no São Paulo
Rubens Cardoso: no Bahia
Fernandão: no São Paulo
Rafael Sobis: no Inter
Adriano Gabiru: sem clube
Renteria: no Braga, de Portugal
Alex: no Spartak, de Moscou
Iarley: no Corinthians 
Wellington Monteiro: no Goiás
Edinho: no Palmeiras


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Divulgação

indio internacional

Índio
Jogador é um dos veteranos campeões mundiais em 2006 que segue no atual elenco do Inter

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