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Futebol

09/06 - 08:23

Na Série D, Santa Cruz apela para a experiência de Jackson
Meia, acostumado à pressão e à responsabilidade, é a grande aposta do time para iniciar a caminhada de volta À elite

Nelson Toledano, especial para o iG

O maranhense Jackson é daqueles jogadores que não vêm o tempo passar. Atualmente com 37 anos, já atuou por cerca de 15 clubes, do Brasil e do exterior, com passagem inclusive pela seleção Brasileira. Agora no Santa Cruz, o fôlego continua novinho em folha. Melhor para os torcedores do clube, que viram na sua chegada, no começo do ano, um grande reforço para a disputa dura da Série D.

O meia, acostumado às cobranças, assume o desafio de ascender o time à elite como mais um objetivo na carreira. “É uma situação chata, mas o elenco do Santa Cruz está trabalhando pesado pra isso. Dá pra subir, sim. A pressão existe e é uma pressão forte, porque a torcida comparece em massa aos jogos, é como qualquer outra torcida que cobra resultados. Mas serve como motivação também”, afirma.

Sobre o fato de já ter atuado pelo Sport, eterno rival de seu atual clube, Jackson ressalta o grande apoio e respeito que sempre teve da torcida do Santa Cruz. “A torcida me respeita muito e me sinto muito à vontade. Esse tipo de pressão aqui não existe”, garante.

Aproveitando o período de Copa, Jackson relembrou do melhor período de sua carreira, quando chegou a ser convocado para a seleção, disputando apenas três jogos após a Copa de 1998, na França, mas suficiente para coroar uma carreira inteira. “Naquela época eu me encontrava numa fase muito boa, minha convocação não foi à toa. Se não tivesse me contundido antes, acho que teria uma vaga na Copa”, lamenta. “Mas peguei um ambiente de trabalho muito bom, apesar da chateação por termos perdido a Copa”.

Sobre a “família Dunga”, Jackson crê no trabalho do treinador, não só pela sua experiência dentro de campo. “O Dunga escolheu um grupo muito bom, a dedo, e o mais importante é que são jogadores de confiança dele. Ele faz um trabalho moderno. Na verdade, não tem nem o que falar, pela quantidade de títulos que ele já ganhou. Agora é entrosar o grupo, quanto mais tempo passarem juntos, melhor. Um tempo maior de concentração é ideal.”, diz, sobre o fato de os jogadores atuarem juntos poucas vezes. “Arrisco um Brasil x Espanha na final”, chuta.

Sobre o fim da carreira, o jogador ainda não pensou a respeito, mas vê com bons olhos a possibilidade de encerrá-la no Santa Cruz: “Não depende só de mim. Se o clube me quiser, a gente vai renovando. Seria um orgulho muito grande”.


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Aos 37 anos, jogador dá experiência ao elenco do Santa Cruz para a disputa da Série D

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