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Palmeiras, Internacional e Flamengo venceram e encaminharam a briga pelo título da competição. Tricolor perdeu fôlego e precisa focar na Libertadores

Deyverson foi o herói do Palmeiras, que está firme na luta pelo título
Divulgação
Deyverson foi o herói do Palmeiras, que está firme na luta pelo título

Acho que o Campeonato Brasileiro tomou certa definição. A briga pelo título ficou entre três times: Palmeiras, Internacional e Flamengo. A dura derrota do São Paulo para o colorado praticamente tirou o Tricolor do páreo. São sete longos pontos que o separam do líder. O escrete de Diego Aguirre teve queda de rendimento e não está conseguindo se encontrar. Flamengo, Corinthians, Grêmio e Cruzeiro estão na lista de adversários até o final da competição. É uma tabela ingrata. O objetivo é a Libertadores.

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Felipão vai escancarando o péssimo trabalho de Roger Machado no Palmeiras. Tem o mesmo grupo e formou dois times. Roger - com suas palavras complicadas e seu jogo confuso - não conseguiu fazer onze titulares. Não desejo Roger nem ao meu pior inimigo. A diretoria acertou em cheio ao demitir o supervalorizado Roger Machado. E mais ainda em seu novo comandante. Scolari recuperou peças, deu confiança e vontade ao elenco. Deyverson se transformou. Era piada. Agora ficou decisivo. Fez dois gols fundamentais na briga pelo título .

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O mesmo parece valer para o Flamengo . Ainda é cedo, porém. Dorival ganhou - com sobras - o clássico diante do Fluminense. O Fla parece mais leve. E tem confronto direto contra o líder Palmeiras, no Rio de Janeiro. Entendo que o jogo do dia 27 será decisivo para o rumo do campeonato. Ou vai botar mais fogo nele ou vai esfriar de vez. O Inter de Odair Hellmann retomou o caminho das vitórias e seus quatro próximos desafios não são nada de outro planeta. São os três principais concorrentes. Não deve sair disso.

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O Corinthians pode ganhar a Copa do Brasil, mas sua situação preocupa demais no Brasileirão. O Timão se aproxima cada vez mais da zona do rebaixamento. Contra o Santos - de novo - não houve maior ameaça ao gol adversário. Time grande precisa se defender bem. Porém também precisa ser cirúrgico quando vai para frente. Como diz Ricardo Capriotti: ser goleiro adversário do Corinthians tem sido a melhor profissão do mundo. Quatro pontos separam os paulistanos da degola. É bom abrir os olhos. E jogar futebol. Sem se limitar apenas a dar chutões e realizar desarmes.

Três ainda respiram na luta pelo título . E um - o Paraná - já morreu bem antecipadamente. A bola pune, diz titio Muricy. 

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