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Time norte-americano venceu os três jogos que fez na primeira fase do Mundial Sub 19 disputado na Letônia

Os EUA confirmaram o favoritismo na primeira fase do Mundial Sub 19 disputado na Letônia. Com tranquilidade, a seleção norte-americana venceu a China por 82 a 66 na tarde deste sábado e conquistou a terceira vitória seguida na competição.

Jeremy Lamb, armador dos EUA Sub 19
FIBA/Divulgação
Jeremy Lamb, armador dos EUA Sub 19
Para vencer, os EUA contaram com boa atuação coletiva. Quatro jogadores da equipe anotaram pelo menos dez pontos. Entre eles, o destaque foi o ala Jeremy Lamb. O atleta colaborou com 17 pontos e foi o cestinha da equipe. Outro com bom papel foi Doug McDemort. O ala-pivô ficou perto de um "double-double" ao conseguir 15 pontos e oito rebotes. Pelo lado chinês, o melhor foi Mingxin Ju com 17 pontos.

Principal favorito ao título da competição, os EUA fecharam a primeira fase com 100% de aproveitamento. A equipe norte-americana já havia passado com tranquilidade pelo Egito na abertura da competição. Na partida seguinte, o time encontrou dificuldade, mas venceu a Sérvia.

Com a campanha, os EUA ficaram com a primeira colocação do Grupo D com seis pontos. A Sérvia derrotou o Egito na briga pelo segundo lugar. Com três derrotas, a China de despede da competição com a última posição do grupo.

O jogo

A seleção norte-americana começou melhor o jogo. Com bom trabalho defensivo, a equipe abriu 12 pontos de vantagem logo no primeiro período. Os EUA permitiram apenas 30% de acerto nas ações ofensivas ao time chinês e fechou os dez minutos iniciais com 25 a 13 no placar.

O segundo quarto foi mais equilibrado. Com os reservas em quadra, o time norte-americano não conseguiu repetir a boa produção de ataque dos dez minutos iniciais. O aproveitamento ofensivo caiu de 53% para 47%. Mesmo assim, a equipe seguiu dominando o confronto e foi para o intervalo com 16 pontos de vantagem: 44 a 28.

O intervalo fez bem para a China. Com bom desempenho de Zhelin Wang, a equipe chinesa subiu seu aproveitamento ofensivo para 39% e reduziu a desvantagem para apenas cinco pontos.

A arrancada chinesa fez o treinador Paul Hewitt parar o jogo quando faltavam três minutos para o final do quarto. Não deu resultado. A China seguiu melhor. Bem postada na defesa, a equipe permitiu apenas 13 pontos aos norte-americanos e entrou nos dez minutos decisivos com três de desvantagem.

A recuperação chinesa não persistiu no começo do quarto decisivo. Com nove pontos seguidos em três minutos, a seleção norte-americana recolocou a diferença entre as equipes em dois dígitos. A arrancada foi determinante. A China não conseguiu se recuperar novamente e foi dominada nos minutos finais.

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