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"Correria no Brasil nem que tivesse com o braço quebrado", diz piloto. Acidente com Oriol Servià causou a lesão direita do piloto brasileiro

O piloto Tony Kanaan publicou imagem do raio-x de sua mão na rede social Instagram
Reprodução/Instagram
O piloto Tony Kanaan publicou imagem do raio-x de sua mão na rede social Instagram

Depois de um acidente com o espanhol Oriol Servià, no GP de Long Beach, no último domingo, Tony Kanaan deixou a pista reclamando de dores na mão direita. Após exames feitos nesta segunda-feira, foram constatadas contusões e rompimento dos ligamentos. Nada, no entanto, que tire o brasileiro da SP Indy 300, que será realizada no circuito do Anhembi, no dia 5 de maio.

"Correria no Brasil nem que tivesse com o braço quebrado", brincou Kanaan. "Foi uma lesão séria, mas ficará bom com o tempo. Só preciso ficar em repouso absoluto neste momento para diminuir a inchação, que é grande. Mas não vai me impedir de competir em São Paulo. Estarei lá!".

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Os exames descartam a possibilidade de fratura, que era a grande preocupação. Agora, o piloto já inicia sua fase de recuperação de olho na prova brasileira.

“Nenhum osso quebrado. Contusões e ligamentos rompidos. É uma lesão completa, mas que vai se curar sozinha”, explicou o atleta por meio de sua conta oficial no Twitter. Kanaan postou a imagem do raio-x do exame na mão na rede social Instagram

Lembrança do tsunami

O piloto japonês Takuma Sato fez uma homenagem ao povo japonês após a vitória obtida no GP de Long Beach no último domingo. Foi sua primeira vitória na Fórmula Indy. "Esta foi uma grande notícia para os japoneses. O Japão teve um período difícil após o terremoto e estou realmente feliz em dar a todos eles uma boa notícia", destaca Sato, lembrando do tsunami que devastou parte do país em março de 2011.

Sato, de 36 anos, largou na quarta posição em Long Beach e tomou a liderança na 31ª volta. "Este foi um dos dias mais fantásticos de toda a minha carreira", destacou o japonês, que corre pela equipe Foyt e que já teve passagem pela Fórmula 1. "Foi perfeita a corrida, para ser bem honesto. A equipe foi tremenda. Chamou para os pit stops na hora certa, a potência estava total e me senti confortável dentro do carro", disse Sato.