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Com vaga ameaçada, italiano usou a Lotus Renault como exemplo de fracasso nesta temporada

O piloto italiano Jarno Trulli utilizou sua coluna no jornal local La Repubblica para criticar Bruno Senna e Vitaly Petrov, representantes da Lotus Renault na última temporada da Fórmula 1 . Trulli tem vaga garantida para correr pela Team Lotus - que se chamará Caterham em 2012 - na próxima temporada, mas a imprensa europeia especula que seu posto na escuderia está ameaçado.

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O russo Vitaly Petrov, um dos possíveis substitutos do italiano para a temporada 2012 de acordo com as informações que circulam no continente europeu, não escapou das criticas de Trulli.

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Os ataques partiram em função do trabalho feito pelos dois pilotos quando Robert Kubica sofreu um acidente e teve que se afastar do automobilismo. "Kubica é um grande piloto e que pode tirar o melhor o carro, e por isso eles eram azarões. Quando Robert ficou fora, foi o fim. Petrov não estava em posição para liderar a equipe e Senna mostrou que não era bom o bastante", afirmou.

Bruno Senna foi o segundo substituto de Kubica. O polonês deu lugar a Nick Heidfeld, mas o alemão foi dispensado pela equipe anglo-francesa para dar lugar ao brasileiro.

"Com sua experiência, Nick marcou quase tantos pontos quanto Petrov, mesmo tendo feito metade da temporada", justificou Trulli. Heidfeld conseguiu somar 34 pontos no período que esteve nas pistas, contra 37 de Petrov durante toda a temporada.

O italiano classificou Petrov e Senna como pilotos "pagantes", que se preocupam mais com os negócios do que com a competição. "Não existe uma regra, mas o fato é que quem paga está menos acostumado ao sofrimento. Eles são pouco comprometidos. Contratá-los é uma decisão de negócios que, em minha opinião, não dá retorno", escreveu.

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