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Para Pedro Rozolen, morte do brasileiro marcou a última revolução no atendimento aos pilotos

Neste sábado (12), durante o treino simulado para o Grande Prêmio do Brasil , Pedro Rozolen, médico do São Luiz e um dos responsáveis pela equipe médica da prova, disse que a morte de Ayrton Senna mudou o seu trabalho. De acordo com Rozolen, o acidente fatal sofrido pelo brasileiro marcou a última grande revolução no atendimento a pilotos.

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“A última grande mudança foi em 1994, com o Senna. Depois disso, o que acontece é um aprimoramento, como da maneira de retirar o piloto do carro e de conduzi-lo”, disse Rozolen.

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O médico, que trabalha há 11 anos no GP brasileiro, elegeu o acidente de Fernando Alonso e Mark Webber de 2003, na Curva do Café, como seu momento mais tenso neste período.

“O banco do Alonso, feito para resistir, estava rachado. Então, imagine a força do impacto”, lembrou o médico, que participou do atendimento ao espanhol.

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