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Apesar dos conflitos no país, chefe da F1 acredita que a corrida não enfrentará problemas

Os protestos da população do Bahrein , que marcaram o primeiro aniversário do chamado "Dia de Fúria", não preocupam o britânico Bernie Ecclestone. Nesta quarta-feira (15), o detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1 minimizou as manifestações e reiterou que o Grande Prêmio do país, marcado para o dia 22 de abril, ocorrerá normalmente.

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No ano passado, o GP do Bahrein abriria o calendário da F1, mas teve sua data alterada e posteriormente foi cancelado devido aos conflitos sociais no país. Nesta terça-feira (14), completou-se um ano do "Dia de Fúria", quando ocorreram os maiores protestos da população, e houve novo confronto entre polícia e manifestantes.

"A única mensagem que eu recebi é que alguns garotos tiveram problemas com a polícia. Nós estamos planejando ir [ao Bahrein]. Como sempre disse, se existisse algum drama, seria apenas no 'Dia de Fúria'. Aí eles precisariam fazer alguma coisa. Mas as pessoas parecem confiantes de que uma corrida daqui a dois meses não terá problemas", afirmou Ecclestone ao jornal britânico The Telegraph .

Os conflitos entre manifestantes e policiais ao longo do ultimo ano no Bahrein já fizeram com que organizações em defesa dos direitos humanos pedissem às equipes de F1 que boicotassem o GP , alegando que o governo local, acusado de torturas e assassinatos de opositores, usaria a prova para se promover. A hipótese foi descartada por Ecclestone, que vê a situação do país mais calma do que no ano passado.

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"Os times não estão nem um pouco preocupados. Eles parecem felizes de que as coisas irão adiante sem problemas. No ano passado foi uma decisão mais correta não ir, mas as coisas mudaram bastante desde então", avaliou.

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