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Dieter Zetsche, presidente da montadora alemã, diz que expectativas podem ter sido muito altas e que equipe não conseguiu entregar um carro competitivo aos pilotos

A saída confirmada de Michael Schumacher da Mercedes em 2013 vai encerrar o ciclo de três temporadas sem muito brilho do heptacampeão na equipe alemã. Até agora, o melhor resultado foi um terceiro lugar, conquistado no GP da Europa deste ano, em Valência.

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Em entrevista ao jornal Bild , o presidente da montadora alemã admitiu que todos na Fórmula 1 podem ter esperado mais do que era possível fazer com o carro. “Dado o nome de Michael Schumacher, as expectativas possivelmente foram muito altas”, afirmou Dieter Zetsche.

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“Nós não conseguimos dar aos pilotos nos últimos três anos um carro que pudesse vencer a maioria das corridas”, explicou Zetsche, que isentou qualquer um dos pilotos pela culpa. “Com o motor fomos competitivos, mas não com o carro. E seria completamente errado acusar Nico Rosberg ou Michael Schumacher”.

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Sobre a contratação de Lewis Hamilton para 2013, o presidente da montadora afirmou que o heptacampeão reagiu bem ao assunto. “Mas eu liguei para o Michael no dia em que a decisão foi anunciada para falar com ele. Foi uma discussão muito boa”, completou.

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