Tamanho do texto

Categoria passa por renovação de pistas e deixa para trás traçados marcantes, como Estoril, Brands Hatch e Magny Cours. Relembre suas histórias

Desde o fim dos anos 1990, a Fórmula 1 tem passado por uma intensa mudança em seu calendário e em seus circuitos. A categoria, que sempre foi muito concentrada na Europa, com algumas pontuais exceções, começou a expandir seus negócios e viu novas chances de mercado em países que tinham pouca tradição no automobilismo.

Leia também: Ecclestone diz que ideia de corrida em Londres “não é brincadeira”

Com isso, várias pistas foram construídas nesse período em países como Malásia , Bahrein , Índia e Coreia do Sul . Em comum, os novos circuitos têm o seu criador e seus conceitos. Hermann Tilke, arquiteto alemão, é o projetista de nove das 20 pistas que recebem a categoria em 2012.

Deixe seu recado e comente a notícia com outros leitores

Todos os traçados criados por Tilke são baseados em grandes áreas de escape, poucas curvas em alta velocidade e retas antecedidas por curvas fechadas, para aumentar a segurança na Fórmula 1.

Siga o iG Automobilismo no Twitter

Seja pelo fator financeiro ou pela segurança, a categoria se viu esvaziada de alguns de seus “templos” mais tradicionais, que receberam importantes disputas. Pistas como Paul Ricard e Magny Cours, na França, Estoril, em Portugal, Brands Hatch, na Inglaterra, entre outras, foram apagadas do calendário da F1, mas não da memória dos fãs de automobilismo. Confira abaixo fotos dos circuitos que não estão mais na categoria.


    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.