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Atual campeão começou a trabalhar de olho na temporada 2014, mas não deixa de torcer pelo compatriota

Apesar do início dos testes de pré-temporada em Jerez de La Frontera, na espanha, o mundo da Fórmula 1 não consegue manter 100% das atenções dentro das pistas. Em coma desde o dia 29 de dezembro, quando sofreu traumatismo craniano após sofrer acidente de esqui nos Alpes franceses, Michael Schumacher segue preocupando grande parte dos integrantes da categoria em que é o maior campeão. Nesta terça-feira, foi a vez do tetracampeão Sebastian Vettel lamentar a situação do compatriota, ídolo e amigo.

"Ainda não sabemos como ele vai estar quando acordar. Eu rezo e espero que ele volte. E que o milagre aconteça e ele volte a ser pessoa que era antes", relata o piloto da Red Bull. "É horrível, especialmente para seus familiares e amigos mais próximos, não saber o que vai acontecer", completa.

Vettel falou ainda sobre a relação que criou com Schumacher na Fórmula 1. Sem esconder a idolatria pelo compatriota, o piloto da Red Bull comemora o fato de ter se aproximado do heptacampeão em sua segunda passagem pela categoria, entre 2010 e 2012.

"Eu o conheço há muito tempo. A minha vida toda eu me inspirei nele e, depois que ele voltou para a F1, nos tornamos mais próximos. Ele virou um amigo, nos falávamos regularmente", revela Vettel, que critica a postura da imprensa no caso. "Tanta gente do lado de fora, tanta pressão. Para a família e para o hospital isto foi péssimo no início. Agora está mais calmo", conclui.

Na chegada a Jerez de La Frontera, Ferrari e Mercedes homenagearam Schumacher. A equipe italiana, onde o alemão conquistou cinco de seus sete títulos, juntou seus integrantes para exibir placa com os dizeres "Forza Michael". Já a Mercedes, responsável por seu retorno à Fórmula 1, exibiu adesivo com a hashtag #KeepFightingMichael (continue lutando, Michael) em seus carros.

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