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Piloto utilizou o DRS (asa traseira móvel) quando estava mais de um segundo atrás do carro da frente em três ocasiões durante a prova, o que não é permitido

Fernando Alonso conduz a Ferrari na Hungria
Petr David Josek/AP
Fernando Alonso conduz a Ferrari na Hungria

A Ferrari foi multada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) logo após o GP da Hungria, disputado neste domingo, em € 15 mil (cerca de R$ 45 mil). O motivo da punição foi uma falha no carro do piloto espanhol Fernando Alonso, que o fez usar o DRS (asa móvel traseira) quando estava mais de um segundo atrás do carro da frente em três ocasiões.

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O DRS (Drag Reduction System, na sigla em inglês) é uma tecnologia com a qual os carros contam que reduz o efeito do arrasto aerodinâmico e facilita ultrapassagens. Uma das regras para o uso é justamente que a distância de um piloto para o outro que estiver à sua frente seja de até um segundo.

De acordo com as investigações da FIA, o que motivou o uso indevido por parte de Alonso foi uma falha no sistema eletrônico do carro que controla o DRS. Assim, o piloto recebia o sinal para acionar a tecnologia quando, na verdade, não poderia. Segundo a nota emitida pela federação, assim que a Ferrari percebeu o problema, pediu para que o espanhol ativasse o DRS somente quando fosse avisado para usá-lo.

A FIA ainda apontou que a vantagem de Alonso pelo uso da asa móvel nessas situações foi de 1s. O entendimento do problema foi fundamental para que o espanhol não recebesse uma punição mais severa. Caso fosse constatado que o uso indevido do DRS aconteceu de maneira planejada, ele poderia até perder o quinto lugar da prova. “Contudo, a equipe é responsável por garantir que os sistemas funcionem conforme as regras”, diz o comunicado da FIA, justificando por que a escuderia italiana foi multada.


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