Vasco usou das virtudes de sempre para festejar no Maracanã
Felippe Rocha
Vasco usou das virtudes de sempre para festejar no Maracanã


Seria mais do que natural que o jogo contra o Cruzeiro fosse mais difícil do que a partida contra o Náutico, na última terça-feira. São times em estágios muito diferentes. O líder da Série B do Campeonato Brasileiro ofereceu ao Vasco repertório tático e muita capacidade. Jogou melhor que o Cruz-Maltino no segundo tempo. Mas o que o time mandante fez foi suficiente, sim. Também foi competitivo, teve volume e eficiência para um duelo de tal tamanho.

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Amplamente estudadas, as equipes iriam evitar os pontos fortes dos rivais. Na verdade, tentaram. O gol do jogo saiu de um lance nada menos que óbvio: um dos jogadores mais regulares do semestre vascaíno, Gabriel Pec, deu passe para o melhor do time, Nene, que cruzou com a peculiar maestria para Getúlio, o centroavante.

Chances no alvo não foram muitas. Mas as velhas virtudes estavam nítidas: além do gol, outras três chances perigosas foram geradas a partir de cruzamentos só no segundo tempo. E quando a força ofensiva se viu diminuída, caso do segundo tempo, a eficiência defensiva se destacou: o Cruzeiro foi melhor no período, rondou mais a área de Thiago Rodrigues, mas também não conseguiu construir tantas chances cara a cara.

-> Confira a tabela da Série B do Campeonato Brasileiro

Tanto é que o goleiro vascaíno não fez tantas defesas. Ao contrário, voltou a não sofrer gol. É a segunda melhor defesa da Série B. Outro ponto forte do Cruz-Maltino, que usou de tais virtudes para vencer o líder.

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