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Chefe da equipe alemã afirma que estrutura do time motivou a escolha do britânico

Ross Brawn, chefe da equipe Mercedes, negou que a questão financeira tenha pesado na decisão do piloto britânico Lewis Hamilton de deixar a McLaren e acertar com a equipe alemã para a temporada 2013 da Fórmula 1. A declaração surgiu após boatos darem conta de que o time fez uma proposta milionária para contar com o campeão do Mundial de 2008.

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"Ele não veio para cá por causa do dinheiro, ou porque a Mercedes ofereceu mais do que a McLaren. Acho que para Lewis o principal é fazer parte de uma estrutura como essa. Não é encontrar tudo já montado, mas ajudar no processo de construção. Acho que ele viu que essa é a próxima fase de sua carreira", disse o dirigente à emissora britânica Sky Sports .

Hamilton chegou à Fórmula 1 em 2007, já contratado pela McLaren. O piloto britânico contou com o apoio da escuderia britânica desde as categorias iniciais no automobilismo e, ao fim do Grande Prêmio do Brasil deste ano, encerra um vínculo de seis anos com o time de seu país.

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Correndo pela McLaren, Hamilton venceu o Mundial de Fórmula 1 de 2008 e se tornou o primeiro piloto negro a conquistar uma temporada da categoria. Na ocasião, ele superou o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, por apenas um ponto na classificação geral.

"Há um mercado competitivo para os pilotos e Lewis é tão competitivo quanto qualquer outro nesse ponto. Mas em primeiro lugar, ele é um piloto de corridas e isso é a chave de tudo. Todos os envolvidos aqui e com Lewis sabem que, antes de qualquer coisa, ele precisa ser um piloto de sucesso", avaliou Brawn.

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A informação de que Hamilton pilotará pela Mercedes a partir da próxima temporada da Fórmula 1 foi confirmada pelo próprio britânico na manhã da sexta-feira (28). Nos últimos meses, rumores já apontavam que ele poderia trocar de equipe, mas sempre foram negados por ele e pela McLaren.

O lugar do britânico na escuderia de seu país será ocupado pelo mexicano Sergio Pérez, atualmente na Sauber.

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