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Seleção feminina busca o nono título da competição e joga a primeira rodada do torneio na Coreia do Sul

Divulgação/CBV
Técnico José Roberto Guimarães alerta para o perigo do grupo do estreia do Brasil no Grand Prix
A seleção brasileira feminina de vôlei estreia na madrugada desta sexta-feira no Grand Prix . A equipe tenta voltar ao primeiro lugar, já que em 2010 conquistou duas pratas, no Grand Prix e no Campeonato Mundial. Para buscar o nono título na versão feminina da Liga Mundial, o Brasil encara um grupo forte logo no primeiro final de semana. A seleção está ao lado do Japão, bronze no Mundial, da Alemanha e da Coreia do Sul, dona da casa, no grupo C.

Com exclusividade para o iG , o técnico José Roberto Guimarães analisa os rivais do Brasil na primeira fase do Grand Prix.

Japão – 3º colocado no ranking mundial
“É o time desse grupo que mais evoluiu nos últimos anos. E essa evolução aconteceu no sistema ofensivo. Eles estão com uma bola do fundo mais efetiva, mais regular e mais rápida. Isso fez com que o time delas crescesse muito aliado a um bom sistema ofensivo e a bom saque e a regularidade que é praxe no voleibol japonês”
Brasil x Japão – sexta-feira, às 2h (horário de Brasília)

Alemanha – 10ª colocada no ranking mundial
“É um time perigoso. Todas as jogadoras jogam fora. Muitas estão distribuídas pela Europa, jogando em grandes times. É uma seleção que está adquirindo uma experiência internacional muito grande. Acho que um ponto forte são as jogadoras de meio e a oposto. A Alemanha tem uma carência nas pontas porque conta com jogadoras mais leves que não decidem as bolas. É um time para se ter um cuidado grande”
Brasil x Alemanha – sábado – às 4h30 (horário de Brasília)

Coreia do Sul – 18ª colocada no ranking mundial
“É uma equipe que joga com muita velocidade, com muitas combinações de ataque. Talvez seja o time que mais tenha combinações de ataques no mundo. Como ponto forte, eles têm a Kim (camisa 10) que bate as bolas quando a Coreia tem problemas na recepção, as bolas altas. A Kim é a jogadora a ser parada. Mas é um time que caiu um pouco nesses últimos anos principalmente no seu potencial de bolas de velocidade”
Brasil x Coreia do Sul – domingo – às 2h (horário de Brasília)

Kim é jogadora a ser parada na Coreia, segundo Zé Roberto
Divulgação/FIVB
Kim é jogadora a ser parada na Coreia, segundo Zé Roberto

Depois da etapa da Coreia, o Brasil viaja para o Cazaquistão, onde encara Tailândia, Cazaquistão e Itália, de 12 a 14 de agosto. A próxima parada será na Tailândia, com jogos contra Cuba, Argentina e as anfitriãs, de 19 a 21 de agosto.

Os sete melhores de cada time e a China avançam para as finais, em Macau. E neste ano o sistema de disputa será diferente. O campeão não sairá mais nos pontos corridos e, sim, em um playoff de dois grupos de quatro. Os dois melhores disputam às semifinais. A grande final será no dia 28 de agosto.

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