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Vissotto se despede do Vôlei Futuro e acha difícil ficar no Brasil

Contrato do oposto com clube paulista acabou e não houve acordo para renovação. Ele diz que o mercado nacional está congestionado

Gazeta |

Terceiro colocado na Superliga Masculina, o Vôlei Futuro perdeu, nesta terça-feira, um de seus 'galácticos'. O contrato do oposto Leandro Vissotto teve fim e não houve um acordo de renovação. Para o atleta, o mercado nacional está congestionado e seu retorno ao vôlei do exterior é, no momento, mais provável.

"Não sei, tem que aguardar as propostas. Mas ficar no Brasil acho difícil. Os times fortes estão, em teoria, fechados", argumentou. Sobre a possibilidade de ser procurado pelo recém-criado RJX, do empresário Eike Batista, o jogador não se anima. "Eles já contrataram o Théo, que está no Japão, como oposto", citou.

Para substituir o atacante, especula-se que o Vôlei Futuro esteja atrás do oposto Lorena, que se destacou defendendo o Montes Claros dois anos atrás e que, atualmente, está no San Guistino, da Itália.

Vissotto chegou a Araçatuba no segundo semestre do ano passado, após passagem pelo Trentino, da Itália. No time do técnico Cezar Douglas jogou ao lado do levantador Ricardinho, dos companheiros de seleção brasileira Mário Júnior e Lucão e do cubano Camejo. De títulos, conquistou o Campeonato Paulista no início de 2011.

No Nacional, a equipe foi, inicialmente, prejudicada pela falta de entrosamento, porém cresceu nos playoffs, quando eliminou a Cimed/Florianópolis. O clube parou na semi ao perder para o Sada/Cruzeiro. De acordo com o balanço de Leandrão, a temporada 2010/2011 foi positiva.

"Acho que a terceira posição na Superliga está de bom tamanho, além disso ganhamos o Paulista. Individualmente, fui bem. Fui o terceiro maior pontuador (com 519), terceiro melhor saque e o único do time que jogou todos os jogos", analisou.  

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