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Virna: Fofão e Venturini fizeram muita falta na final

Ex-jogadora da seleção brasileira entende que a levantadora Fabíola pecou na distribuição de bolas

Gazeta Esportiva |

Virna sabe o que é perder dramaticamente para as russas. A atleta estava em quadra durante a semifinal olímpica de Atenas-2004, quando, assim como no Mundial-2006, o Brasil caiu antes a Rússia no tie-break após estar vencendo por 2 sets a 1. Mas, na visão da atleta potiguar, a história deste domingo seria diferente se as levantadoras continuassem as mesmas.

"Desculpe a sinceridade, mas a Fofão e (Fernanda) Venturini fizeram muita falta na final", comentou Virna. "A Fabíola pecou na distribuição. A Fabiana, por exemplo, é uma jogadora que poderia ter sido mais utilizada, pois é a melhor do Brasil depois da Sheilla. Fofão e Venturini não perderiam uma partida como esta", destacou.

A despeito da crítica, Virna avalia que Fabíola "jogou muito bem" o Mundial. "Ela não é a culpada. Todas perdem juntas", observou a ponteira. Ainda assim, ela não acredita que a jogadora do Pinheiros tem lugar garantido na titularidade da seleção até as Olimpíadas de Londres, em 2012. "Acho que a Dani Lins tem muita chance ainda. Ela ainda está muito "crua", mas é muito precisa", avaliou Virna.

Virna também acredita que as ausências de Mari e Paula Pequeno, lesionadas, fez a diferença. "Elas fizeram falta, a Paula, por exemplo, é muito corajosa", comentou a atleta, que elogiou Natália, alçado ao time titular devido à lesão de ambas. "Ela segurou bem a onda. Gostei muito dela na recepção. A Natália, na minha opinião, é a maior promessa do mundo, me lembra a Ana Moser, só que com saúde", brincou, referindo-se às diversas lesões no joelho sofridas pela atacante.

Classificando a derrota deste domingo como "uma pena", ela também exaltou a atuação de Ekaterina Gamova, atacante russa que fez nada menos que 35 pontos na decisão.

"Ela chamou a responsabilidade, foi o diferencial da partida. É muito difícil de neutralizá-la. A Sokolova também foi bem", comentou Virna. Gamova e Sokolova são remanescentes de 2004. "Estava até comentando com o meu marido: tenho trauma da Rússia. É um time muito frio, que mesmo com o placar aberta conseguem neutralizar aos poucos", lamentou.

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