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Vôlei
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Valeskinha pode chegar aos 600 pontos de bloqueio na Superliga

Atleta do Unilever precisa de apenas mais cinco pontos para chegar a marca histórica na competição

Gazeta |

Ela tem apenas 1,80m, bem abaixo da média das centrais, mas isso está longe de significar falta de eficiência no bloqueio. Campeã olímpica com a seleção brasileira em 2008, a experiente Valeskinha está próxima de chegar aos 600 pontos no fundamento em partidas válidas pela Superliga feminina de vôlei.

Para isso, basta a atleta marcar cinco pontos de bloqueio na competição. Uma boa oportunidade será nesta quinta, quando o seu clube, o Unilever, joga contra o Pauta/São José, às 19h (horário de Brasília) no Rio de Janeiro.

"Não imaginava que poderia alcançar essa marca, foi uma surpresa. Sou uma pessoa que não se liga muito em estatística", minimizou a jogadora. "É sinal que estou fazendo bem o dever de casa, porque faz três anos que não disputava a Superliga. E no jogo contra o São José, espero fazer ainda mais pontos para ajudar minha equipe", discursou.

Os 595 pontos de bloqueio já feitos por Valeskinha já a tornam a maior bloqueadora da história da disputa, superando Fabiana (1,94m, do Vôlei Futuro), com 573, e a companheira de equipe, Carol Gattaz, 1,92m, com 522. Nesta edição da Superliga, Valeskinha já conseguiu 15 bloqueios.

Aos 34 anos, Valeskinha voltou a jogar no Brasil na atual temporada, após passar três anos no exterior, onde atuou na Itália (Novara) e na Turquia (KSK e Galatasaray). Na história da Superliga feminina, ela disputou dez finais e tem seis títulos conquistados, dois deles pela Unilever (1997/1998 e 1999/2000). Também foi três vezes campeã pelo Osasco e uma pelo Flamengo.

Na volta para a Unilever, a jogadora veio fazer companhia a sete novas contratadas, entre elas as também campeãs olímpicas Sheilla e Mari. "O legal do vôlei é estar em constante renovação. Vou trocar a minha experiência com a alegria que as meninas mais novas trazem para a quadra", destacou.

Depois de cinco rodadas, a Unilever segue invicta na Superliga e Valeskinha considera que o grupo já evoluiu bastante - em dezembro, no Campeonato Carioca, a equipe chegou ao primeiro título com o time renovado. "Espero que 2011 seja glorioso para a Unilever e começar o ano com um título dá um alto-astral muito bom", comentou.

Filha da ex-atleta olímpica Aída dos Santos (quarta colocada no salto em altura nos Jogos de Tóquio-1964), Valeskinha começou a carreira no esporte em 1988, no Botafogo. "Fui para participar da equipe de atletismo e acabei na equipe pré-mirim de vôlei", diverte-se. Com 1,80 m, não é alta para uma central, mas sabe driblar as dificuldades. "Posso garantir que minha altura fica do tamanho da minha vontade, da minha garra. Assim, me igualo às jogadoras mais altas", ensina.

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