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Vôlei
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Superliga Feminina festeja reunião de grandes estrelas

Maiores forças continuam sendo Osasco (SP) e Unilever (RJ), que disputaram as últimas seis finais do torneio nacional

Agência Estado |

A nova edição da Superliga Feminina de Vôlei foi lançada oficialmente nesta quinta-feira, durante um evento no Rio. Com a participação de 12 equipes, a competição começa no dia 27 de novembro e vai reunir as grandes estrelas do vôlei feminino brasileiro na atualidade. Da seleção que foi vice-campeã mundial no último domingo, por exemplo, apenas a reserva Fernanda Garay não estará na disputa - ela jogará no Japão nesta temporada.

"Nesta temporada, conseguimos o que sempre queríamos. Das 16 atletas que participaram da preparação para o Mundial, 15 jogarão a Superliga. Além delas, ainda temos outras campeãs olímpicas, como a Carol Albuquerque e a Valeskinha. Com tantas estrelas reunidas num só campeonato, posso afirmar que esta Superliga será a maior e melhor de todos os tempos", comemorou o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça.

As maiores forças continuam sendo Osasco (SP) e Unilever (RJ), que disputaram as últimas seis finais da Superliga. Atual campeã, a equipe paulista terá jogadoras como Jaqueline, Sassá, Natália e Thaisa, enquanto a rival carioca conta com Fabi, Dani Lins, Mari e Sheilla. Mas o Vôlei Futuro, que repatriou Paula Pequeno e ainda contratou Fabiana, e o Pinheiros, da levantadora Fabíola, também são apontados como candidatos ao título.

Além dos quatro favoritos, a Superliga Feminina ainda terá a participação de São Bernardo (SP), São Caetano (SP), Praia Clube (MG), BMG/Mackenzie (MG), Usiminas/Minas (MG), São José (SC), Brusque (SC) e Macaé Sports (RJ). Pelo sistema de disputa, todos jogam contra todos, em turno e returno, para a definição dos oito classificados para as quartas de final. Aí, começam os confrontos eliminatórios até a grande final da competição.

"A cada ano, a Superliga está mais difícil, mais competitiva. É difícil apontar um favorito. Nos últimos anos, os times da Unilever e do Osasco chegaram às finais. Mas acho que neste ano será ainda mais complicado desta decisão se repetir. Teremos todas as jogadoras da seleção aqui e ainda um número grande de estrangeiras participando", avaliou a líbero Fabi, que volta a defender a Unilever, time do técnico Bernardinho.

"Será um Superliga com um alto nível técnico. Temos que aproveitar esse momento, no qual praticamente todas as atletas da seleção estão aqui. Isso é um incentivo ainda maior para melhorarmos ainda mais a qualidade da Superliga", afirmou a ponteira Paula Pequeno, que acertou sua volta ao Brasil, após jogar a última temporada na Rússia, e vai defender o Vôlei Futuro. "Temos um time jovem, mas que tem tudo para dar certo."

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