Líbero caminhou pelos corredores do hospital com ajuda de enfermeiros e já teve a sonda para alimentação retirada

A jogadora norte-americana Stacy Sykora, do Vôlei Futuro, mostrou ter significativa melhora de seu estado de saúde na manhã desta segunda-feira. Segundo nota divulgada pela equipe da líbero norte-americana, a atleta já conseguiu andar pelo hospital e se alimentar normalmente.

Durante a metade da manhã, Stacy caminhou pelos corredores do hospital Sírio-Libanês com a ajuda de enfermeiros. Além disso, teve a sonda de alimentação retirada e já pode se alimentar sozinha.

No comunicado liberado pelo Vôlei Futuro, a equipe agradeceu o apoio dos fãs e o trabalho dos médicos envolvidos no caso, Milberto Scaff e Manoel Jacobsen. As informações liberadas durante o final de semana dão conta da boa recuperação da líbero, mas Jacobsen afirmou ainda ser cedo para projetar o retorno de Stacy às quadras .

Líbero Stacy Sykora jogava sua primeira temporada no Brasil
Divulgação
Líbero Stacy Sykora jogava sua primeira temporada no Brasil
Stacy estava no ônibus da equipe que tombou nas proximidades do ginásio onde o Vôlei Futuro enfrentaria o Sollys/Osasco, na noite da última terça-feira. A norte-americana foi a única que se machucou com gravidade, batendo a cabeça e sofrendo um traumatismo crânio-encefálico.

Confira a íntegra do comunicado do Vôlei Futuro:

A líbero do Vôlei Futuro, Stacy Sykora, internada no Hospital Sírio-Libanês desde a última ospi terça-feira (12/04), apresentou melhoras significativas em seu quadro clínico após travar uma luta contra um traumatismo cranioencefálico.

Hoje (18/04) às 10h30min, pela primeira vez após o acidente Stacy andou pelos corredores do hospital com a ajuda de alguns enfermeiros. A sonda de alimentação foi retirada ontem e a atleta já come e bebe normalmente.

A direção do Vôlei Futuro agradece novamente a solidariedade e apoio de todos que acompanham o caso e diariamente emanam boas energias e orações para Stacy. Nossos votos se estendem aos profissionais do hospital Sírio-Libanês e aos Profs. Drs. Milberto Scaff e Manoel Jacobsen.

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