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Sesi vai a São Caetano para tentar se manter invicto na Superliga

Time da casa ainda não venceu nesta temporada e está em último lugar na classificação da Superliga

Gazeta Esportiva |

Único invicto da Superliga masculina, o Sesi acumula oito vitórias em oito jogos e parte para São Caetano, nesta quarta-feira, para enfrentar o time da casa e tentar conquistar o nono triunfo neste início de temporada.

O oposto Wallace, maior pontuador da competição até o momento, poderá chegar à marca de 150 pontos. Para isso, o jogador precisará marcar apenas sete vezes na partida - Leandrão, do BMG/Montes Claros, está em segundo lugar, com 133 pontos.

Apesar de o São Caetano/Tamoyo ainda não ter vencido nesta temporada e estar em último lugar na classificação geral da Superliga, com sete derrotas em sete partidas, Wallace não vê jogo fácil na competição.

"Não tem mais nenhum bobo. Estes jogos acabam sendo mais difíceis em questão de motivação. Temos que estar atentos porque o adversário joga mais solto, sem tanta responsabilidade", disse o oposto do Sesi, que destacou que a unidade dentro do time.

"O Sesi conta com todo o grupo. Mistura jogadores experientes com atletas que estão aprendendo com eles. E quando um precisa entrar na partida, consegue manter o mesmo nível", acrescentou Wallace, que soma 124 pontos de ataque, dez de bloqueio e nove de saque.

Já em São Caetano, o treinador Antonio Gonçalves acredita que a falta de parceria no time prejudica seus jogadores em sua preparação física e técnica. Antonio reconheceu ainda que a falta de confiança de seus jogadores também é um agravante.

"Nosso time é muito novo e é o único que não tem parceria. O trabalho é feito exclusivamente com o apoio da Prefeitura. Sei que isso não serve como desculpa, mas, na maioria dos jogos, temos atuado bem até o 20º ponto das parciais. A partir daí, parece que vem à cabeça dos atletas que eles vão perder. Mas temos trabalhado para que não percam a confiança nos momentos mais críticos. Não temos um psicólogo, e isso vira a nossa função também. Os jogadores precisam acreditar no seu potencial", avaliou o treinador.

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