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Vôlei
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Serginho mostra receio quanto ao futuro na seleção de vôlei

Em contato exclusivo, líbero não confirmou despedida, mas disse que ritmo do time brasileiro é muito forte para sua condição atual

Aretha Martins, iG São Paulo |

Divulgação
Serginho defende o Sesi na Superliga 2010/2011
Sérgio Escadinha não quer atrapalhar o processo de renovação da seleção masculina de vôlei. Essa é a justifica do líbero para uma provável aposentadoria do vitorioso elenco de Bernardinho, conforme entrevista exclusiva ao iG nesta sexta-feira de tarde. "O ritmo de treinamento da seleção é muito duro e já tenho 35 anos", afirmou Serginho, indicando que é o momento para se dar espaço a jogadores mais novos. "A minha ideia hoje é parar", disse.

O jogador não quer atrapalhar a renovação da seleção e já se preocupa com a Olimpíada de 2016. "Se for, eu quero jogar sem dores, de igual para igual como todos, para tentar ser titular. Mas se não tiver bem, vou aplaudir quem estiver lá no time". O líbero ainda lembra que os atuais jogadores da posição Mário Jr e Allan já são quase veteranos e que a equipe nacional pode buscar novidades. "Eles estão na casa dos 30 e não jogar dois ciclos e temos que começar a pensar em 2016", afirmou.

Serginho ainda falou que não sente mais dores nas costas. Ele passou por uma cirurgia para a retirada de uma hérnia de disco da coluna no ano passado. "Se houvesse uma convocação hoje e eu fosse chamado, eu iria. Mas não sei como estarei daqui a um mês, um mês e meio. Passei por uma cirurgia e tenho quatro parafusos na coluna. Não foi fácil", explicou.

O líbero revelou que conversou com o técnico Bernardinho há cerca de um mês, expôs o que pensa e ficou de falar novamente com o treinador na semana que vem. Embora sinalize que sua trajetória na seleção esteja acabando, não pensa em parar de jogar no clube. "Vou cumprir meu contrato com o Sesi", afirmou. E deixa claro que pretende levar uma rotina mais tranquila, próximo da família, o que as constantes viagens e períodos de treinamentos e jogos com a seleção já assustam o jogador. "Não sou mais um menino".

*Colaborou Bruno Pessa, iG São Paulo

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