Publicidade
Publicidade - Super banner
Vôlei
enhanced by Google
 

Serginho lamenta cortes e diz que Porto Rico não veio para jogar

Líbero reclamou da postura dos adversários na partida contra a seleção brasileira pela Liga Mundial

Gazeta |

A segunda vitória sobre Porto Rico, neste domingo, pela Liga Mundial de vôlei , trouxe um pouco de descontentamento para o líbero Serginho. Escada, como é conhecido pelos companheiros, disse que o time porto-riquenho não entrou em quadra para jogar e acrescentou que assim fica difícil avaliar o nível do Brasil.

"Não tem como fazer avaliação de um jogo ruim como esse. A gente tem que fazer teste, mas como é que vai fazer teste em um jogo ruim como esse", disparou o líbero brasileiro. Neste domingo, em São Paulo (SP), o time de Porto Rico esteve mais apático e ofereceu resistência em poucos momentos da partida.

"A gente vai viajar agora, tem que fazer alguns cortes, e fazer avaliação de um jogo ruim desse? Não dá. É complicado assim. Hoje [sábado] é aquela noite que você vai dormir chateado porque alguns vão ficar e alguns vão ir", lamentou Serginho.Do grupo que foi convocado pelo técnico Bernardinho, os jogadores Wallace, Éder e João Paulo Tavares não viajam para o exterior. Ainda pela primeira fase da Liga Mundial, o Brasil reencontra os Estados Unidos e Polônia e joga fora de casa dessa vez.

Perguntado se compartilhava da mesma opinião que Serginho, o ponteiro Murilo foi menos crítico que o líbero na avaliação dos porto-riquenhos. "A gente não gosta de menosprezar nenhum adversário, porque são seis contra seis, sete com o líbero. Se a gente entrar sem raça e sem vontade de jogar, qualquer equipe pode bater a gente", disse.

"Então, hoje (domingo) a turma que veio aqui entrou concentrada, o bloqueio estava tocando nas bolas, melhor que ontem (sábado). É claro que (Porto Rico) pode ter desanimado um pouco, eu acho que foi isso que ele quis dizer", acrescentou Murilo, que exaltou o carinho da torcida brasileira.

"Foram três semanas muito boas, apesar de alguns problemas de treinamento que a gente tem no Brasil. A gente não consegue focar forte, o ginásio fica longe do hotel, essas coisas. Mas o carinho da torcida dá muita força para a seleção, o nosso único modo de retribuir é dentro de quadra, jogando bem, vencendo e mais uma vez eles lotaram o ginásio na despedida", concluiu o ponteiro.

Leia tudo sobre: Liga Mundial de VôleiBrasilserginhomurilovolei

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG