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Repatriar atletas é aposta do Vôlei Futuro na Superliga masculina

Depois de contar com elenco com estrelas, time de Araçatuba muda perfil e diminui equipe para temporada

Aretha Martins, iG São Paulo |

Divulgação/CBV
Ricardinho participou o lançamento da edição 2011/2012 da Superliga nesta quinta em São Paulo
Diversas equipes buscaram reforços fora do País para a edição 2011/2012 da Superliga masculina. Mas nada de contratar estrangeiros. A aposta foi em repatriar atletas nacionais. RJX, com Dante e Théo; Cimed/Sky, com Rivaldo e Vôlei Futuro, com Lorena e Piá, são apenas alguns exemplos desta tática.

O time de Araçatuba mudou o perfil. Na temporada passada, a equipe apostou em nomes da seleção como Leandro Vissotto, Lucão, Ricardinho e Mário Jr. Agora, os dois últimos seguem no elenco, que se reforçou com os repatriamentos.

“É importante contar com esses caras experientes, mas que não são tão conhecidos de quem acompanha só seleção. Optamos por até diminuir a equipe e contar essas caras nem tão conhecidas porque sabemos que teremos o time ‘full time’”, analisou o levantador Ricardinho.

Para o campeão olímpico e mundial, essa escolha dos times pode favorecer também a seleção brasileira. “Teremos um campeonato forte e esses jogadores podem mostrar o que sabem e ganhar uma chance na seleção, já que o ciclo se acaba nas Olimpíadas de Londres”, comentou.

A Superliga 2011/2012 começa neste sábado e será decidida no dia 21 de abril, em São Paulo, em final única no ginásio do Ibirapuera.
 

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