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Vôlei
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Presidente da CBV faz visita a treino das brasileiras

Ary Graça se reuniu e conversou com as atletas da seleção feminina. Dirigente elogiou a arbitragem do Mundial de vôlei

Gazeta Esportiva |

Uma visita inesperada marcou o primeiro treino das brasileiras em Tóquio (Japão). Classificadas para as semifinais do Mundial de vôlei, quando enfrentarão as japonesas, as meninas do Brasil desembarcaram na capital japonesa nesta quinta e receberam o presidente da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), Ary Graça.

O dirigente fez uma rodinha com as jogadoras e comissão técnica para conversar sobre a reta final da competição. Durante a conversa, Ary falou sobre a força nesta etapa do torneio e também cogitou uma possível reedição da final entre Brasil e Rússia.

Apesar da conversa mais motivacional, Ary disse estar em Tóquio não como torcedor, mas sim como membro da Comissão de Controle da Fivb (Federação Internacional de Voleibol) para evitar que polêmicas na arbitragem prejudiquem o time brasileiro no caminho da final.

"Esse problema de bastidores é sério. Eu estava com muitas esperanças nesse time feminino, mas o Japão tem alguns problemas. Bandeirinha, organização, sempre criam problema. Então, o que eu fiz? Ao invés de vir como torcedor, como eu fui para a Itália, eu vim como profissional. Eu me coloquei na Comissão de Controle para ficar sabendo de tudo o que se passa. Não estou dizendo que alguém vai fazer alguma coisa errada. Mas, se fizer, eu não vou deixar. De tanta confiança que eu tenho nesse time", afirmou.

Apesar do pé atrás com a organização, Ary elogiou o torneio que vem sendo feito até agora. "Há muitos anos eu não vejo uma arbitragem tão boa. Estou admirado. Espero que continue assim, não façam brincadeirinha no jogo Brasil x Japão, nem Brasil x Rússia. Mas não acredito que façam. Está muito bom o nível", acrescentou o dirigente.

Analisando as seleções da competição, Ary criticou as rivais italianas, que não se classificaram para as semifinais depois da derrota para Cuba na última partida da segunda fase do Mundial. Para o presidente, a entrada de jogadoras estrangeiras no campeonato italiano prejudicou o surgimento de novas estrelas na seleção da "Azzurra".

"Tenho certa restrição a trazer jogadora de fora. Nós já somos as estrelas. Para que eu preciso dos outros? Preciso para nada. Se começo a trazer muitas, primeiro estou tirando vaga das brasileiras. Segundo, tirando o dinheirinho dela. E terceiro, estou dando treinamento para elas, que vão jogar com as melhores do mundo. Não vou cometer o mesmo erro que a Itália. Cadê as juvenis dela? O time está muito ruim, fraco", concluiu o dirigente, que criticou a vinda de jogadoras estrangeiras para clubes brasileiros.

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