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Por valores, Ana Moser desaprova marmelada contra a Bulgária

Durante partida do Mundial, Brasil optou por formação com o oposto reserva Theo levantando e acabou derrotado sob protestos da torcida local

Gazeta Esportiva |

"Como fica a gente, que tem que ensinar valores através do esporte, com um exemplo desse?". Foi desta forma que a ex-jogadora Ana Moser reagiu ao ser questionada sobre a polêmica derrota da seleção brasileira masculina de vôlei ante a Bulgária no último Mundial. Presidente do Instituto Esporte & Educação, ela expressou a sua insatisfação com a atitude dos atletas verde-amarelos.

"É difícil julgar de fora, sem conhecer todo o contexto lá, mas não é desejável que se tenha uma atitude dessa em uma competição de visibilidade grande", comentou uma das maiores atletas da história da modalidade, lembrando que não apenas o Brasil atuou sem vontade de jogar durante a competição na Itália para ter uma tabela mais fraca pela frente. O mesmo aconteceu com a própria Bulgária e com os Estados Unidos. "São questões não desejáveis", lamentou.

O regulamento do Mundial de vôlei, realizado entre agosto e setembro de 2010, foi bastante confuso e, com a suspeita de beneficiar a dona da casa Itália, previa o confronto entre potências antes mesmo da semifinal. Com problemas físicos em seus levantadores, o Brasil optou por uma formação com o oposto reserva Theo armando as jogadas diante dos búlgaros e acabou derrotado por 3 sets a 0 sob protestos da torcida local. Dias depois, os comandados de Bernardinho se sagrariam campeões do torneio pela terceira vez consecutiva.

Sobre o Mundial feminino, no qual o Brasil ficou com o vice após perder a decisão por 3 a 2 para a Rússia, Ana Moser diz ter gostado do que viu.

"A seleção fez uma grande campanha, que não pode ser desmerecida de maneira alguma por não ter conquistado o título. Não foi desta vez, mas haverá outras oportunidades. O importante é que o Brasil nos últimos 15 anos tem estado entre os primeiros, esse é o legado a ser mantido", destacou.

Criado em 2001, o Instituto Esporte & Educação auxilia mais de oito mil pessoas em diversos núcleos. "Fazemos ações de formação de professores e organização de espaços para atender crianças, jovens e alguns adultos, visando o esporte para todos, não só o alto rendimento", explicou a ex-atleta, integrante do Hall da Fama do vôlei desde maio de 2009.

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