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Parada foi decisiva para a virada, avaliam brasileiras

Jogo foi interrompido para apresentações locais e, durante esse tempo, jogadoras se recuperaram no jogo

Gazeta Esportiva |

Uma ideia japonesa acabou sendo diferencial para o time da casa não vencer o Brasil e chegar à final do Campeonato Mundial: um intervalo maior, de dez minutos, entre o segundo e terceiro set para que possam ser feitas apresentações locais. Pois foi justamente este o motivo apontado pelas brasileiras para arquitetarem a virada.

"Na hora da parada, fomos para o vestiário e conversamos. A partir dali, cada ponto valia ouro. Era hora de berrar, pular, dar uma de louca se fosse preciso para virar a partida. Voltamos com tudo, com alegria e determinação, e conseguimos a vitória", contou a capitã Fabiana.

O técnico José Roberto Guimarães também entendeu que a parada foi importante para a recuperação da equipe.

"Nunca deixei de acreditar. A energia do vestiário durante a parada foi muito legal. Pensamos: trabalhamos tanto durante o ano, nos esforçamos tanto, não é justo sairmos daqui derrotados. Tentei jogar o time para cima. Esse tempo acabou sendo muito importante. As coisas começaram a dar certo a partir do terceiro set. No tie-break, conseguimos emplacar o nosso jogo e parar a Saori e a Ebata, duas das principais jogadoras do Japão", comemorou.

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