Unilever e Sollys/Nestlé, que se enfrentam neste sábado, fizeram as últimas sete finais da Superliga feminina

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Bernardinho prevê fim da hegemonia de Unilever e Sollys/Nestlé nos próximos anos
Os torcedores de Unilever e Sollys/Neslé se acostumaram a ver suas equipes na final da Superliga. Neste sábado, às 10h, no ginásio do Maracanãzinho, os times de Rio de Janeiro e Osasco se enfrentam pela oitava vez consecutiva na decisão do torneio. Porém, para o técnico Bernardinho, a hegemonia dos clubes o cenário nacioal está com os dias contados. 

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"É uma fase, um momento. Um momento que está se alongando muito, mas acho que isso está perto do fim. Nos últimos anos o equilíbrio aumentou, nesta temporada mais ainda. Acho difícil que isso se repita por muito mais tempo", disse o treinador, que lembrou as dificuldades enfrentadas pelo Unilever nas semifinais contra o Vôlei Futuro.

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"Acho que a experiência de algumas peças nossas foi muito importante nesta temporada. Tivemos momentos complicados. Todas as equipes tinham jogadoras de alto nível e não seria surpresa se a final fosse diferente desta", completou o treinador.

Com a experiência de oito títulos da Superliga feminina, e com passagens pelo Osasco, a levantadora Fernanda Venturini , do Unilever, acredita que existe um ponto em comum no trabalho dos dois clubes.

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"Essas duas equipes mantém mais as peças. Não monta e desmonta um grupo com um ou dois anos. Mesmo a comissão técnica, os outros profissionais. Isso acaba se refletindo na quadra também, é um trabalho de longo prazo", disse a jogadora, que se aposenta neste sábado, na grande final.

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