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Vôlei
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Murilo mantém tradição do vôlei

Nalbert, em 2002, e Giba, em 2006, também faturaram prêmio olímpico depois da conquista do Mundial

Gazeta |

Escolhido o destaque do ano no Prêmio Brasil Olímpico, entregue pelo COB nesta segunda-feira, o ponta Murilo Endres manteve uma tradição do voleibol do país: nos anos em que a seleção masculina consegue o título mundial, um de seus jogadores fatura o troféu no fim do ano.

Foi assim em 2002, com Nalbert, e em 2006, com Giba. Murilo revelou que conversou com Nalbert sobre o assunto e que o mesmo lhe fez um pedido, em tom de brincadeira.

"O Nalbert me pediu para manter a tradição. Em 2002, o Brasil ganhou o Mundial e ele venceu. Em 2006, no bicampeonato, o Giba foi eleito. Agora ganhamos o tri e eu ganhei aqui. Vamos ver se vai ser mantido em 2014 (risos)", disse o jogador, ao Sportv.

Bem humorado, Murilo brincou ainda com os concorrentes superados: Cesar Cielo (natação) e Leandro Guilheiro (judô). "Eu fiquei muito feliz já pela indicação, por ter sido lembrado pelo COB. Disputar com os dois foi tranquilo. Pior seria cair na piscina com o Cielo ou lutar no tatame com o Leandro. Aí sim eu perderia o sono", disse o jogador, que lembrou dos títulos da seleção.

"Cada ano fica mais difícil, mas a gente encontra forças. Vencemos a Liga Mundial pela nona vez, ultrapassando a Itália. Também igualamos o tricampeonato mundial daquela maravilhosa Itália dos anos 90. Então, se o Brasil já vinha sendo o país do vôlei, se consolida ainda mais", concluiu.

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