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Médico diz que cirurgia de Giba foi um sucesso e mantém sonho olímpico

De acordo com Ney Pecegueiro, médico da seleção brasileira de vôlei, prazo de recuperação segue em três meses

iG São Paulo |

Reprodução/Twitter
Giba postou foto no Twitter depois da cirurgia: "Ufa! Pronto para outra"
O ponteiro Giba passou por uma cirurgia na tíbia esquerda nesta segunda-feira e, segundo Ney Pecegueiro, médico da seleção brasileira, o procedimento foi bem sucedido. O ponteiro teve uma haste colocada dentro do osso em uma cirurgia de aproximadamente duas horas. Com isso, espera-se que a recuperação de uma fratura por estresse seja acelerada e que o ponteiro esteja pronto para disputar as Olimpíadas de Londres.

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"A cirurgia foi um sucesso e tudo aconteceu como esperávamos”, afirmou Pecegueiro. "Colocamos uma haste de titânio por dentro do osso. Essa haste é presa com parafusos e ela imobiliza o osso por dentro. Isso faz com que a fratura consolide e propicia que possamos acelerar um pouquinho a volta aos treinamentos. Quer dizer, não precisamos esperar colar totalmente para começar a se preparar, pois como está fixado com essa haste, nos dá a liberdade de cada vez ir intensificando os treinamentos mesmo antes da fratura colar totalmente”, explicou o médico.

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Giba também comemorou o sucesso da cirurgia em sua página no Twitter. O ponteiro, que já havia começado o dia mostrando confiança na operação, postou uma foto ainda no hospital. "Todas as pessoas que rezaram e oraram por mim, muito obrigado ! Já acabou! Ufa! Pronto pra outra!", escreveu Giba.

O jogador sentia dores há cinco meses e a lesão se agravou com a sequência de 11 jogos em 14 dias na Copa do Mundo do Japão, no final de 2011. De volta ao Brasil, a previsão de recuperação chegou a ser de quatro meses. Para ajudar no processo, foi escolhido fazer a cirurgia. O prazo agora para que o atleta esteja pronto é de três meses, antes dos Jogos de Londres, em julho.

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"Ele deve ficar de duas a três semanas com o auxílio de muletas, com carga parcial, ou seja, pisando com um pouco do peso e, em torno de três semanas, fazemos novos controles de radiografia. Conforme for, já passamos a intensificar o trabalho”, falou Pecegueiro.

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