Publicidade
Publicidade - Super banner
Vôlei
enhanced by Google
 

Lanterna, São Caetano enfrenta São Bernardo pela Superliga

Técnico Zé Alexandre, do São Bernardo, pede para time não desmerecer o rival do ABC na partida desta sexta-feira

Gazeta |

A situação do São Caetano na Superliga feminina não é das melhores. Em último lugar na classificação geral, a equipe protagonizará um duelo do ABC paulista contra o BMG/São Bernardo na casa do adversário. As duas equipes se enfrentam nesta sexta-feira, às 19h (horário de Brasília), na primeira partida do segundo turno.

Os dois times também duelaram no primeiro turno, quando o São Bernardo levou a melhor e conquistou sua primeira vitória nesta Superliga. Levantadora da equipe, Kátia chamou atenção para o bloqueio das rivais de São Caetano.

"O São Caetano tem bons saques e bloqueios. Esta equipe ainda não teve vitórias, mas terá oportunidades. Só espero que não seja contra a gente", disse a levantadora, que exlatou o bom momento de seu time. "O São Bernardo vive um bom ano. Estamos conseguindo alcançar nossos objetivos e queremos ficar entre os oito melhores desta Superliga".

Contra o lanterna da competição, que ainda não venceu nesta temporada, o técnico Zé Alexandre não quer que o São Bernardo desmereça o rival.

"Será outro jogo perigoso, equilibrado. A equipe de São Caetano é muito boa, a qualquer momento pode surpreender. Elas ainda não venceram, mas respeitamos muito o time, que tem excelentes jogadoras. Temos que ter cautela, bloquear bem e ter um ataque forte", avaliou o treinador.

Nesta Superliga, o São Bernardo acumula 16 pontos e soma cinco vitórias e seis derrotas, aparecendo na sétima colocação.

Apesar da má fase da equipe, a central Letícia Hage mostra otimismo ao falar sobre o próximo confronto. A jogadora de 20 anos é o destaque do São Caetano no bloqueio, sendo a segunda colocada no ranking deste fundamento, 30,23% de aproveitamento, atrás apenas de Thaísa, do Sollys/Osasco.

"O São Bernardo tem uma boa vantagem nas bolas altas e nas bolas de meio, que são muito aceleradas. Eles também utilizam muito as jogadoras do banco. Temos que estar sempre ligadas. Do nosso lado, temos um time bom, experiente. Treinamos bastante os nossos erros, principalmente os de ataque. A luta agora é com a gente mesmo. Quando der certo, iremos engrenar", disse.

Leia tudo sobre: Superliga Feminina

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG