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Fofão nega favoritismo do Fenerbahce: Temos que mostrar isso em quadra

Mundial de clubes feminino começa nesta quarta-feira no Catar. Brasil será representado pelo Osasco

Gazeta Esportiva |

Fofão, a russa Sokolova, a polonesa Skowronska e a alemã Furst em quadra, sob o comando do José Roberto Guimarães. Um elenco respeitável, que faz o técnico do Sollys/Osasco, Luizomar de Moura, classificar o Fenerbahce de "seleção do mundo". Entretanto, a despeito de toda a badalação, a levantadora brasileira trata de minimizar o favoritismo do time turco para a disputa do Mundial de clubes feminino, que começa nesta quarta-feira no Catar.

"O nosso time tem grandes jogadoras, mas isso é não é tudo. Não nos consideramos favoritas. Temos que conseguir os resultados no jogo", comentou a ex-capitã da seleção brasileira. "Dentro de quadra é aquela coisa, não se sabe o que pode acontecer, o que cada uma pode fazer. Se você não joga bem, não ganha", destacou.

Ao fazer uma análise da competição, Fofão coloca o próprio Osasco e as italianas do Bergamo como principais postulantes à taça do mundo, ao lado do Fenerbahce. "O Osasco é um time muito forte, que a gente conhece bem. E o Bergamo, mesmo sem a Lo Bianco (levantadora, afastada do Mundial devido a um problema de saúde), é um time que está acostumado com decisões", afirmou.

O Fenerbahce estreia no Mundial na quinta-feira, contra o Federbrau, da Tailândia. No dia seguinte, será a vez de encarar o Osasco - os dois melhores desta chave passam à semifinal, que também será composta pelas duas equipes classificadas do grupo B, que conta com o Bergamo, o Kenya Prisions (Quênia) e o Mirador (República Dominicana).

Entretanto, o time turco ainda não consegue ter foco no Mundial. Isto porque há um compromisso marcado contra o Dínamo de Moscou nesta segunda-feira, às 15 horas (horário de Brasília) em Istambul, quando o Fenerbahce vai tentar devolver a derrota por 3 a 0 sofrida na última quarta, na capital russa, pela Champions League, o campeonato europeu de clubes.

"Como no ano passado o Fenerbahce perdeu esse título, o foco é na Champions, mas o presidente é meio doido, quer ganhar tudo esse ano", brincou a atleta, ciente do tamanho da missão, que ainda inclui o Campeonato Turco.

Para compensar o desgaste pelo calendário apertado, Fofão pretende usar, junto com o treinador, as informações que possui das atletas do Osasco - além de ter atuado contra este mesmo elenco quando defendia o São Caetano na última temporada, ela ainda jogou com estas atletas na seleção até as Olimpíadas de Pequim, quando o técnico era justamente Zé Roberto, que segue no cargo.

"São informações que a gente pode passar para as outras jogadoras do time. Ajuda bastante, inclusive na marcação das jogadas delas, que não conhecem muito a nossa equipe", comentou.

 

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