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Finalistas, Rio e Osasco superam lesões e ‘uma jogadora a menos’

Para chegar à oitava final consecutiva na Superliga, Sollys/Nestlé e Unilever tiveram que liderar com baixas durante a temporada

Aretha Martins, iG São Paulo* |

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Fabíola, camisa 14, comemora ponto durante vitória do time de Osasco na Superliga
Levantadora Fabíola teve um edema ósseo no joelho direito. Oposto Destinee Hooker sofreu uma fratura na mão direita. E a ponteira Natália passou pela segunda cirurgia na canela esquerda. No Sollys/Nestlé, as lesões causaram desfalques no primeiro turno da Superliga. Já Unilever teve que ficar toda a temporada com uma jogadora a menos. Mesmo com os problemas, as equipes disputam a oitava decisão consecutiva no torneio nacional.

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Fabíola e Hooker ficaram de fora do time de Osasco no mês de janeiro. A levantadora perdeu cinco jogos e viu seu time sofrer duas derrotas. Já a norte-americana, que machucou a mão porque deu um soco na mesa após uma briga por telefone com o namorado, ficou fora em uma das derrotas e em duas vitórias. As duas voltaram diante do Unilever na última partida do primeiro turno. E aquele foi o último jogo que o Sollys/Nestlé perdeu nesta Superliga.

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Com o elenco completo, a equipe paulista venceu todos os jogos do returno e fechou tanto as quartas de final como as semifinais com duas vitórias seguidas. Além disso, Fabíola é a melhor levantadora do torneio, com 25,41 % de aproveitamento.

Dê sua opinião: Quem leva a melhor no duelo de musas? Sollys/Nestlé, de Jaqueline, ou Unilever, de Sheilla?

Já o Unilever não conseguiu recuperar todas as suas atletas ao longo da Superliga. Natália, principal contratação da temporada, já treina com bola após a segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela, mas ainda não estreou. Durante a competição, Bernardinho chegou a comentar que seria difícil repetir o desempenho dos últimos anos – Unilever soma sete títulos nacionais – porque estava com uma jogadora a menos no elenco.

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Natália foi contratada nesta temporada pelo Unilever, mas não jogou na Superliga
Natália não entrou, mas o time conseguiu de manter no topo. Foram 19 vitórias seguidas na fase classificatória, um novo recorde no torneio. Depois, apesar de dois tropeços seguidos, o time avançou aos playoffs em segundo lugar. Perdeu ainda uma partida nas quartas e outra na semifinal, mas chegou a mais uma decisão.

E ainda: Oitava final igual faz Superliga ter um time de 'vira-casacas'

A levantadora Fernanda Venturini, que voltou a jogar aos 41 anos depois de quatro anos aposentada, e a oposto Sheilla também sofreram na temporada. Venturini teve dores no joelho e na cervical. Já Sheilla começou o ano com problemas no ombro. “Isso não foi nada agradável. Não treino direito como eu gostaria e não quero o sofrimento de ter que tomar remédio para jogar”, afirma a levantadora.

Leia também: Fernanda Venturini confirma nova aposentadoria após Superliga

As dores não desanimam a levantadora. E Natália até poderia entrar na final de Bernardinho quisesse. A ponteira ainda não voltou a saltar, mas já faz trabalho de fundo de quadra ao lado da equipe.

"Eles (Sollys/Nestlé) contam com a Hooker, uma das melhores opostas do mundo, além de Adenízia (central), Fabíola (levantadora), Tandara (ponta) e Thaísa (central), que estão fazendo um grande campeonato. Nós, infelizmente, não pudemos contar com a Natália. Mas o jogo é jogado. E vamos tentar jogar com inteligência para driblar as dificuldades. Muitas vezes elas eram favoritas e fomos lá e beliscamos o título. Tudo pode acontecer", comenta Fernanda Venturini.

Até agora, Unilever soma cinco títulos na série, contra apenas dois do Sollys/Nestlé. No total, são sete títulos cariocas e quatro paulistas. Porém, agora o time de Osasco chega embalado pela sequências de vitórias desde a volta de Fabíola e Hooker na abertura do returno. A final da Superliga feminina 2011/2012 será neste sábado, às 10h (horário de Brasília), no ginásio do Maracanãzinho.

*com agências

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