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Entidade vetou revisão de marcação dos árbitros, recurso que será testado nas finais da Liga dos Campeões da Europa

Divulgação
André Mayer entrega prêmio para a italiana Costagrande na última Copa do Mundo: veto à tecnologia nas Olimpíadas de Londres
A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) negou nesta quarta-feira que o sistema de revisão eletrônica das marcações de juízes, já presente em larga escala nos torneios de tênis, possa ser utilizado nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 . De acordo com a entidade, qualquer mudança na regra precisaria ser aprovada no congresso da FIVB, que só ocorrerá entre os dias 17 e 23 de setembro, após o evento.

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Na fase final da Liga dos Campeões da Europa , em março, um sistema diferente para revisão de marcações será testado. Se o capitão do time desafiar a decisão do primeiro árbitro, o segundo árbitro fica encarregado de olhar o replay do lance para confirmar ou mudar a marcação de quadra.

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"A FIVB continua a discutir e explorar a possibilidade de usar um sistema de revisão com potencial de implementação em algum estágio no futuro. No entanto, nenhuma decisão foi tomada até este momento e avaliações estão sendo feitas. Com certeza não teremos sistemas assim nos Jogos Olímpicos e qualquer decisão visará ao Campeonato Mundial de 2014", disse o vice-presidente executivo da entidade, André Meyer.

O sistema computadorizado de revisão de marcações foi implementado no tênis a partir de 2006 e também está presente em outras modalidades, como o críquete. O artifício esteve no meio de polêmicas durante o Aberto da Austrália deste ano e o espanhol Rafael Nadal chegou a declarar que os árbitros de cadeiras estão se isentando de responsabilidades desde que a revisão foi colocada em prática.