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Vôlei
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Comitê Desportivo GLS Brasileiro manifesta apoio a Michael

Entidade entende que iniciativa do jogador de vôlei contribui para amenizar cenário de tabu que ronda homossexualidade no esporte

Gazeta |

No dia em que o central do Vôlei Futuro, Michael, assumiu a homossexualidade, o CDG (Comitê Desportivo GLS Brasileiro) aprovou a coragem do atleta, manifestou apoio e repudiou o ato preconceituoso sofrido por ele. Em uma nota oficial, a entidade sem fins lucrativos ressaltou que o tabu da homossexualidade é pouco difundido em círculos esportivos e que a iniciativa do jogador contribui para amenizar este cenário.

Érico do Santos, presidente do CBG, comentou que a opção sexual do jogador (que foi alvo de um ataque maciço de preconceito na partida da última sexta-feira, contra o Cruzeiro) não afeta sua performance dentro das quadras.

"O fato de o Michel assumir ser homossexual, não irá alterar em nada o seu desempenho nas quadras. Por ele ser homossexual não vai fazer mais ou menos homem, pois ele não é diferente de nenhuma pessoa do sexo masculino", afirmou.

Entenda o caso
O Vôlei Futuro decidiu enviar um relatório à CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e ao STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) relatando o ataque homofóbico. Após o estardalhaço e o clima de 'guerra' entre os dois times, o jogador decidiu assumir a homossexualidade. O próximo jogo entre Vôlei Futuro e Sada/Cruzeiro será no próximo sábado. Na partida anterior, os mineiros venceram por 3 a 2.
 

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