Publicidade
Publicidade - Super banner
Vôlei
enhanced by Google
 

Classificado, Brasil encara EUA para confirmar liderança no Mundial

Com a ponta do grupo F, a seleção brasileira evitaria um confronto com a Rússia na semifinal do torneio

Aretha Martins, iG São Paulo |

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1237861594268&_c_=MiGComponente_C

Invicto e classificado para as semifinais, o Brasil ainda tem uma missão a cumprir na segunda fase do Mundial feminino de vôlei. A seleção quer confirmar a liderança do grupo F na madrugada desta quarta-feira, às 3h (horário de Brasília), em Nagoya, no Japão, em um clássico contra os Estados Unidos.

Estou muito feliz por estarmos nas semifinais, mas agora temos que pensar no jogo contra os Estados Unidos. Queremos terminar essa fase da melhor forma possível para chegarmos fortes na sonhada semifinal, afirmou a líbero Fabi, uma das veteranas da equipe.

A situação do Brasil no grupo é confortável. O time está isolado na ponta, com 12 pontos. Os Estados Unidos aparecem em segundo, com 11 e grandes chances de chegar à semifinal. Caso as norte-americanas vençam o jogo desta quarta-feira, o dois times chegariam a 13 pontos, e a liderança seria decidida no desempate, pela média de pontos. E aí, a vantagem é do Brasil, que, além de ter vencido todos os jogos, fez 3 sets a 0 na maioria deles. As norte-americanas teriam que dominar o jogo para tirar uma vantagem de 0.222 da equipe de Zé Roberto Guimarães.

Mesmo assim, a seleção brasileira segue em estado de alerta. "Nosso objetivo é vencer todos os jogos. Até agora, fizemos um bom trabalho e conseguimos. A partida de amanhã é muito importante. Enfrentaremos uma grande equipe e temos que entrar concentradas, disse a levantadora Fabíola.

Divulgação
Fabíola começou na reserva e ganhou a posição de levantadora titular no Brasil

A oposta Sheilla, destaque nacional no Mundial, ressalta as qualidades dos Estados Unidos. "O time americano é um dos nossos grandes adversários no Mundial. Está entre os favoritos ao título. É uma equipe forte, que defende e bloqueia muito bem, comentou.

A central Thaísa espera um jogo duro, mas não perde a confiança. "Os Estados Unidos têm um time muito forte. A Logan, que não estava nos amistosos e é uma das principais jogadoras da equipe, estará em quadra. Elas virão motivadas, precisarão da vitória para a classificação. Mas nós vamos com tudo também", afirmou.

Os Estados Unidos aparecem com destaque na defesa. A líbero Stacy Sykora é a melhor em sua função e a melhor na defesa, de acordo com as estatísticas do Mundial. Já Logan Tom completa a linha de passe e lidera os números na recepção.

Do lado brasileiro, o sistema defensivo também está bem no torneio e vem ganhando elogios, como na vitória sobre a Alemanha, na terça-feira. Além disso, a seleção conta com Sheilla variando jogadas e Natalia, como boa opção no ataque.

O confronto pelo Mundial será o quinto duelo entre Brasil e Estados Unidos no ano. Em casa, a seleção venceu quatro amistoso disputados no final de setembro. Mas o duelo no Grand Prix não deixou boas lembranças. Foi a partida na qual Paula Pequeno machucou o tornozelo esquerdo, um dia depois da lesão no joelho de Mari, ambas cortadas do Mundial, e a seleção perdeu por 3 sets a 2. Os Estados Unidos levaram o título do torneio e o Brasil ficou com a prata.

Rússia? Só na final
A vitória contra as norte-americanas no Grand Prix confirma a seleção na liderança do grupo F e isso significa escapar da Rússia na semifinal. As atuais campeãs mundiais também estão invictas no grupo E e encerram a fase em duelo contra o Japão, às 7h45 (horário de Brasília). A situação é a mesma da chave brasileira, e as russas têm vantagem também no critério de desempate e devem confirmar com o primeiro lugar.

Se terminarem na ponta, Brasil e Rússia podem reeditar a final do Mundial de 2006. Há quatro anos, as europeias venceram por 3 sets a 2 com direito a virada no tie-break. Em 2010, pode ser a chance da revanche brasileira.

"Demos o primeiro passo no Mundial quando terminamos invictos a primeira fase. Agora, demos o segundo. Falta o terceiro, que é chegar à final, e o quarto: conquistar o título, disse o técnico José Roberto Guimarães.

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG