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Cimed supera Vôlei Futuro em jogo duro e com bate-boca

O jogo foi maravilhoso, quando foi na bola. Uma pena que tenha acontecido isso no final, disse o técnico da Cimed, Marcos Pacheco, citando as discussões e ameaças entre atletas

Gazeta Esportiva |

A cidade de Araçatuba recebeu um clássico pegado, entre Cimed e Vôlei Futuro, nesta segunda-feira. Depois de abrir dois sets, a equipe catarinense sofreu o empate e bateu o time da casa no tie-break (25/23, 36/34, 20/25, 29/31 e 15/8), chegando ao oitavo triunfo.

Durante o jogo, os jogadores trocaram provocações na rede. No segundo e mais duro set, o juiz de rede chamou atenção dos levantadores Bruninho e Ricardinho, para que eles controlassem as "manifestações" de seus companheiros de Cimed e Vôlei Futuro respectivamente.

A partida continuou equilibrada na bola até os últimos minutos, mas terminou em confusão ao final do tie-break. No momento em que as duas formações se perfilaram para o tradicional cumprimento na rede, alguns jogadores bateram boca e voltaram a se ameaçar em quadra.

"O jogo foi maravilhoso, quando foi na bola. Uma pena que tenha acontecido isso no final. Não podemos levar o voleibol a esse nível. Temos que tomar cuidado para que isso não se torne rotina, que é o que está parecendo", disse o técnico da Cimed, Marcos Pacheco, ao Sportv.

O recado do treinador faz alusão a outra partida disputada em Araçatuba em que os jogadores do Vôlei Futuro também se envolveram em tumulto, o segundo jogo da final do Campeonato Paulista. Na ocasião, após o bate-boca, os atletas do Sesi reclamaram de falta de respeito.

Apesar da confusão, o jogo foi emocionante. "Superliga é assim, cada jogo é uma final. Nosso time está de parabéns pela superação. Vencemos talvez a principal favorita ao título, junto com o Sesi. Agora vamos pensar já na frente", comemorou o levantador Bruninho, da Cimed.

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