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Chamado de aposentado, Gustavo se diz ansioso para ver torcida

Torcida da Cimed "é muito presente e vibrante o tempo todo e sabe como ninguém pegar no pé de cada adversário", disse o central

Aretha Martins, iG São Paulo |

O central Gustavo, campeão olímpico e mundial com a seleção brasileira, trocou o Pinheiros pela catarinense Cimed/Sky depois de dois anos em São Paulo. A mudança da capital paulista para Florianópolis, entretanto, não é o que deixa o jogador ansioso. Ele quer é encontrar a torcida da Cimed, agora como jogador.

"Sofri bastante com aquela torcida, que é muito presente e vibrante o tempo todo e sabe como ninguém pegar no pé de cada adversário. Me chamaram de aposentado (risos). Agora, no time deles, não sei do que vão me chamar. Espero que de jovem. Estou me coçando para saber", brinca o meio-de-rede de 35 anos.

Em quadra, pelo menos, Gustavo já sabe como será visto. De acordo com o técnico Marcos Pacheco, o jogador será um dos líderes da equipe. Pacheco explica que, até a temporada passada, o “comandante” em quadra era o levantador Bruninho. Agora, o treinador vê a liderança pulverizada entre o levantador e os experientes Gustavo e Giba, que chegaram ao time junto com a parceira com a Sky .

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Gustavo e o técnico Pacheco participaram da apresentação da equipe Cimed/Sky, em São Paulo
“Os três são líderes positivos e sabem o limite de cada um. Tem momentos que precisa dar uma sacudida e momentos que tem que dar uma acalmada e eles sabem lidar com isso, principalmente Gustavo e Giba”, afirma Pacheco. “Mas eu vou ter que mesclar o time com pessoas menos aceleradas porque, senão, vão bater cabeça em quadra”, brinca o técnico.

Gustavo era o capitão na equipe do Pinheiros. Na Cimed, quem carregou a faixa até a última temporada foi Bruninho. Por enquanto, o central não faz questão de assumir o posto do levantador, mas dá a entender que a responsabilidade do antigo time seria bem-vinda.

“Isso aí quem vai escolher é o Pacheco. Não sei ainda quem vai ser o capitão, mas é óbvio que, se for eu, vou aceitar da melhor maneira e tentar desempenhar esse papel, que tem uma responsabilidade enorme pelo tamanho dessa equipe", comenta

O central, que voltou ao Brasil em 2009 depois de oito temporadas na Itália, também terá que passar por outra mudança no time de Florianópolis: morar sozinho . Segundo o jogador, a família e os filhos estão acostumados a São Paulo e vão continuar morando na cidade.

“A escola deles é atravessando a rua de casa. Sem brincadeira, é só dar uns 20 passos. E os amigos da escola também moram aqui no prédio”, contou o jogador. Família agora, só nas férias. “Quando eu estou sem jogar, que é abril e maio, eles estão na escola e nem dá para aproveitar muito. Mas eles vão me ver nas férias deles, no meio e no final do ano. Eles sofrem um pouco, mas jogador é meio nômade mesmo”, conta.

Por enquanto, o jogador, ao lado de Giba, Bruninho, Éder e João Paulo Tavares, defendem a seleção brasileira. Os trabalhos com a Cimed/Sky começam em julho.

*com Gazeta Esportiva

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