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Vôlei
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Brasil vê Polônia modificada para confronto no Maracanãzinho

Seleção entende que seu adversário está com mudanças por causa do elogiado treinador Andrea Anastasi

Gazeta |

A seleção brasileira masculina de vôlei enfrentará a Polônia no sábado e no domingo pela Liga Mundial, no Maracanãzinho. A equipe europeia, no entanto, será muito diferente da que jogou contra o Brasil em setembro pelo Campeonato Mundial, por conta da troca em seu comando: saiu o argentino Daniel Castellani e entrou o italiano Andrea Anastasi.

"O Anastasi é um treinador muito experiente e competente, que já conquistou grandes resultados na carreira. Em 2007, ele foi campeão europeu com a Espanha, que tradicionalmente não era uma das principais equipes europeias, vencendo a Rússia na final. Na Polônia, ele tem uma equipe alta e técnica, que poderá disputar os principais títulos. Sua chegada certamente traz um novo ânimo para a equipe", apostou o técnico Bernardinho.

A mudança no comando foi refletida nos convocados. O levantador Zagumny, capitão da equipe nos últimos anos, e o ponteiro Winiarski, um dos líderes do time, não estão no elenco. A aposta da seleção polonesa é no levantador Lucasz Zyglado, que jogou ao lado do brasileiro Leandro Vissotto, no Trentino.

"O Zyglado é um levantador de qualidade, que cadencia mais o jogo do que o Zagumny. Por ser mais alto, é mais eficiente no bloqueio também. Conversávamos muito na época em que joguei no Trentino e ele sempre comentava que o sonho dele era ser titular da seleção. Agora que a chance veio, imagino que ele esteja muito motivado com a oportunidade", revelou o oposto brasileiro.

Para o levantador Bruninho, a nova equipe polonesa é mais forte ofensivamente do que a anterior, pelas presenças do ponteiro Kurek e do oposto Bartman. Por isso, o jogador acredita que o Brasil precisa ser eficiente no ataque, para evitar o contragolpe polonês.

"O treinador novo procurou renovar algumas peças e montou um time forte no ataque, juntando o Kurek e o Bartman, que são os dois principais atacantes da Polônia. Eles também conservam a força no saque e no bloqueio, como já é tradicional. Por isso, será fundamental que consigamos atacar bem nestas partidas", avaliou Bruninho.

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