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Brasil foca vaga em jogos contra Polônia na Liga Mundial

Seleção deve voltar a contar com o oposto Leandro Vissotto na fase final. Ele sofreu um edema na coxa, sem ruptura muscular

AE |

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Divulgação/FIVB
Brasil perdeu para os Estados Unidos e adiou a classificação para a fase final da Liga Mundial
Depois de cair por 3 sets a 1 diante dos Estados Unidos , na noite do último sábado, em Tulsa (EUA), e ver adiada a chance de conquistar a classificação à próxima fase da Liga Mundial por antecipação, a seleção brasileira de vôlei agora mira os confrontos com a Polônia, nas próximas quarta e quinta-feira, em Katowice (POL), para garantir vaga no estágio final da competição, que também será realizado em solo polonês.

Na liderança isolada do Grupo A da Liga Mundial, o Brasil depende da conquista de apenas mais um ponto nos dois próximos jogos para assegurar o objetivo. Ou seja, precisará ao menos vencer ao menos dois sets em uma das duas partidas diante dos poloneses.

"Temos que manter o foco para garantir a vaga logo no primeiro jogo. Teremos uma viagem longa e cansativa e dois dias depois disputaremos um jogo decisivo. Vamos nos preparar no pouco tempo que temos", afirmou o capitão Giba, lembrando que seria um sufoco ter de assegurar a classificação no segundo duelo diante da Polônia.

Já o levantador Bruno, que culpou o início ruim pela derrota na casa dos norte-americanos , enfatizou que, além da conquista da vaga, o Brasil precisa reencontrar o seu melhor jogo para entrar confiante na fase final. "Vamos em busca deste ponto que falta, mas sabemos que o mais importante é que a equipe consiga encontrar o equilíbrio. A Polônia é um time forte, com bloqueio alto e que costuma crescer quando joga em casa. Serão dois jogos complicados", prevê. 

O técnico Bernardinho também cobrou uma melhora de rendimento da seleção diante dos poloneses, ao analisar a derrota de sábado para os norte-americanos. "Não foi uma atuação ruim, nem condenável, mas jogamos abaixo do que podemos e do que queríamos. Isso tem que gerar uma reflexão em todos. Começamos o jogo com uma postura inadequada e depois lutamos e tentamos buscar de todas as formas, mas os Estados Unidos fizeram um grande jogo, melhoraram como esperávamos, e não conseguimos acompanhá-los", disse o treinador, que lamentou também a ausência de Leandro Vissotto, machucado no jogo de sexta, quando o Brasil bateu os EUA por 3 a 1 .

 "Com apenas um oposto, perdemos a opção da troca quando o levantador chegava na rede, que sempre nos rende alguns pontos. Tentei colocar o Dante e o Thiago Alves, mas esta não é a função deles", completou. 

Vissotto lesionou a coxa esquerda logo no início do primeiro jogo com os norte-americanos e, após exame realizado na manhã do último sábado, foi constatado apenas um edema no local, sem nenhum tipo de ruptura muscular. Com isso, ele deverá atuar na fase final, caso o Brasil confirme classificação. 

"Quando senti a coxa, fiquei preocupado, pois não queria ficar de fora da fase final. O exame trouxe notícias positivas e agora vou fazer o tratamento e espero estar pronto em uma semana, a tempo de ajudar a equipe na fase decisiva", enfatizou.

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