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Autor do ponto do título, Vini ganha prêmio dos companheiros

Jogador foi considerado o melhor em quadra pelos jogadores do Sesi-SP e ficou com troféu dado a Murilo pela CBV

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

Para vencer o Sada/Cruzeiro na final e ser campeão da Superliga masculina 2010/2011, o Sesi-SP fez 96 pontos. O mais importantes deles saiu das maõs do central Vini. Foi dele o ponto que fechou o quarto set e a vitória da equipe paulista por 3 a 1. Além do ponto do título, Vini foi eleito pelos companheiros de clube como o melhor jogador da final. A recompensa veio no pódio.

Apesar de Murilo ter sido escolhido pela CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) como o melhor jogador em quadra, ele fez questão de passar ao companheiro o troféu que recebeu da entidade. Emocionado, Vini agradeceu a todo o grupo pela eleição interna e pelo ato de Murilo.

“Estou feliz por isso, que mostra como é o nosso grupo, um grupo que não tem vaidades. Estou muito feliz por participar desse projeto. Quero agradecer à comissão técnica, por acreditar em mim. O Thiago sofreu uma lesão no meio da temporada e tive de ocupar a posição. Estou feliz por isso”. E um detalhe curioso: Vini é o único entre os atuais titulares do Sesi que não estava na pré-lista de Bernardinho para a Liga Mundial.

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Vini vibra ao colocar a última bola do jogo no chão


Depois da festa de premiação, Murilo explicou que o companheiro fez uma partida superior, além de ter que superar uma dificuldade física, já que tem "apenas" 1,96m e é considerado baixinho para um central. “O Vini é um jogador não tão alto pela posição dele, então ele é um guerreiro por estar naquela ali com essa altura. Ele é uma peça fundamental e hoje (domingo) deve ter errado somente uma bola. Se ele não apareceu tanto, mereceu pela atitude dele dentro de quadra e durante todo o campeonato, sempre se superando. A gente sabe que é muito difícil jogar contra gigantes”.

Sobre o ponto que garantiu o título ao Sesi-SP, Vini confessa que no primeiro momento não acreditava que tinha colocado a bola no chão. Quando viu a bola para cortar, o jogador do Sesi-SP afirma que subiu com o pensamento único de fazer o ponto e ser campeão.

“Naquele momento você não pensa em mais nada, só pensa em fazer o ponto para sair comemorando. Na hora eu não acreditei muito, a ficha demorou para cair. Só queria colocar a bola no chão e sair comemorando”.

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