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Atletas ignoram sexta-feira 13 e pensam em '1ª final' no vôlei

Partida da noite desta noite fecha a série semifinal e coloca Vôlei Futuro ou RJX na decisão da Superliga masculina pela 1ª vez

Aretha Martins, iG São Paulo |

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Para Lucão, do RJX, não será a sorte que vai decidir jogo e, sim, o trabalho
O jogo que decide o rival do Sada/Cruzeiro na final da edição 2011/2012 da Superliga masculina será na noite de sexta-feira 13.A série está empatada depois de 3 a 0 para o RJX no primeiro jogo e o troco, em 3 sets a 1 na segunda partida com uma virada do Vôlei Futuro. Apesar do dia, os jogadores de Araçatuba e do Rio de Janeiro ignoram qualquer superstição e pensam na "primeira decisão" e no peso da torcida para a partida.

Leia também: Lorena "volta" e comanda o Vôlei Futuro na virada na semifinal

"É sexta 13 pra nós e pra eles. Alguém vai classificar pra final, alguém vai ser eliminado. Ou seja, é azar pra um, mas sorte pra outros", afirma Théo, oposto da seleção brasileira e do RJX. O central Lucão, também da seleção e da equipe carioca, é outro a não dar importância ao dia do jogo. "Acredito no trabalho e não na sorte. Se eu não treinar forte, não adianta simpatia ou mania. Não adianta nada. O resultado não vem", comenta.

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No Vôlei Futuro, o clima é o mesmo. Segundo o central Vini, nenhum companheiro ficou incomodado em jogar em uma noite de sexta-feira a permanência na Superliga. E foi por causa do central que o ponteiro Bob teve que usar a camisa 13, que pode ser temida pelos supersticiosos. "Sou 13 por falta de opção (risos), costumo jogar com a 11, mas já tinha o Vini, então peguei um outro número. Mas não acredito em superstição, acredito só em Deus", diz.

O que vale é vencer o jogo e chegar pela primeira vez à decisão. Enquanto RJX foi criado por eike Batista nesta temporada, a melhor colocação do Vôlei Futuro no torneio nacional é o terceiro lugar. "É a primeira de duas finais para se chegar ao título", diz Dante, do RJX e também da seleção, referindo-se ao último jogo da semifinal e à partida que vale o título, que será disputada em São Bernardo no próximo sábado, dia 21.

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Lorena, oposto do Vôlei Futuro, comemora com a torcida em casa

Se as crendices populares não são levadas a sério, o que pode ser um aliado do lado de fora da quadra é a torcida. Como teve uma melhor campanha na fase classificatória, o Vôlei Futuro tem o mando do campo. E o Plácido Rocha estará lotado, já que os ingressos foram colocados à venda na quarta-feira e acabaram no mesmo dia.

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"Nos treinos, ficamos o tempo todo com a torcida. De manhã eles já estavam lá e já tínhamos a expectativa de que ia lotar. Por outro lado, a torcida também está criando muita expectativa para o jogo. Acho que torcida mais time, somando tudo isso, tem que dar um resultado vitorioso, com a participação das duas partes”, analisa Cesar Douglas, técnico do time de Araçatuba.

A torcida contra deixa o RJX em alerta. "O Vôlei Futuro tem um time muito forte, ainda mais forte dentro de casa, onde sua torcida faz muito barulho e incentiva demais a equipe, por isso precisamos ter paciência e tranquilidade", fala Dante.

Com casa cheia, o Vôlei Futuro recebe o RJX na noite de sexta-feira 13 às 21h (horário de Brasília).

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