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Após cirurgias, Mari e Jaqueline são armas na final da Superliga

Ponta do Unilever rompeu o ligamento cruzado do joelho direito. Jogadora do Osasco operou o joelho esquerdo

Aretha Martins, iG São Paulo |

As ponteiras Mari e Jaqueline perderam parte da temporada por causa de lesões. O caso da jogadora do Rio de Janeiro foi mais grave e, após romper o ligamento cruzado do joelho direito, teve que ficar sete meses sem entrar em quadra. Já a atleta do Sollys/Osasco passou por uma artroscopia no joelho esquerdo para a retirada de um “corpo livre” e, após dois meses, voltou a jogar nos playoffs da Superliga. Agora, as duas campeãs olímpicas estão escaladas para a final do torneio nacional , na manhã deste sábado.

“Mesmo liberada para jogar e com muita vontade de voltar, eu não sabia como o meu joelho reagiria em quadra. Felizmente, deu tudo certo. Na final, espero render de 80% a 90% do meu potencial”, afirma Mari. Ela se machucou durante o Grand Prix no ano passado e estreou pelo Unilever apenas no final de fevereiro.

Satiro Sodré/Adorofoto
Mari perdeu o começo da temporada por causa da cirurgia no joelho, mas agora é titular no Unilever

A lesão de Jaqueline foi mais simples, mas assustou a atleta. Ela já rompeu os ligamentos do joelho esquerdo duas vezes e, no começo de fevereiro deste ano, sentiu dores e teve que passar por uma nova cirurgia. “Depois da segunda operação, ter que passar por esse processo todo de recuperação de novo foi complicado, mas eu não desisti”, fala Jaqueline.

Divulgação/CBV
Jaqueline faz trabalho de fortalecimento antes da final da Superliga
Ela retornou às quadras no primeiro jogo das quartas de final e, aos poucos, voltou a ser titular do Sollys/Osasco. “Agora estou totalmente recuperada, segura e pronta para essa final. Foi importante poder jogar os playoffs para readquirir ritmo de jogo. Eu não sinto mais nada e estou confiante”, diz.

Do lado do Rio de Janeiro, a volta de Jaqueline em boa forma é um sinal de alerta. “Ela garante ainda mais estabilidade ao passe”, analisa Juciely, central da equipe carioca. Mari, por sua vez, é vista como uma arma a mais para a decisão. “A Mari pode ser um diferencial a nosso favor, já que o Osasco tem jogadoras muito experientes”, comenta o técnico Bernardinho, do Unilever.

As duas jogadoras ainda têm outro ponto em comum, além das lesões e da recuperação. Jaqueline já vestiu a camisa da equipe do Rio de Janeiro e Mari participou do tricampeonato do Osasco, de 2002/2003 a 2004/2005. Mas isso não incomoda. “Sou profissional. Um dia estou do lado de lá. Outro, do lado de cá. Assim é a vida do atleta”, afirma Mari.

Unilever e Sollys/Osasco entram em quadra para a final da Superliga 2010/2011 neste sábado, às 10h (horário de Brasília), no ginásio do Mineirinho em Belo Horizonte. Será a sétima final consecutiva entre as equipes. Até agora, a vantagem é carioca, com quatro títulos no duelo direto. Entretanto, as paulistas levaram o ouro na edição 2009/2010 .

“O Sollys/Osasco chega para essa partida com uma motivação enorme e isso não tem nada a ver com o ano passado. Queremos a vitória porque trabalhamos duro durante meses para chegar à final. Assim como elas querem o campeonato também”, fala Jaqueline. “Será uma decisão com equipes em igualdade de condições. É um jogo só e não se pode errar. Acho que vai ser muito equilibrado”, completa.

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