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A um ano de Londres, Rodrigão, Serginho e Murilo sonham com Jogos

Enquanto Murilo comanda time, os veteranos devem se despedir da seleção após as Olimpíadas

Gazeta |

A exatamente um ano do início dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 , Rodrigão, Serginho e Murilo já sonham com o campeonato. Para os dois primeiros, campeões olímpicos em Atenas-2004 e prata em Pequim-2008, o evento na Inglaterra pode ser o encerramento de um ciclo.

"Começou a contagem regressiva para os atletas que querem disputar as Olimpíadas. Para os que já estão no time, é um ano de trabalho duro para tentar conseguir a terceira medalha de ouro do vôlei brasileiro. No caso de alguns jogadores, como o meu, se eu conseguir participar, seria o final de um ciclo. É um ano especial", disse Serginho, 35 anos.

Rodrigão ainda não pensa em uma eventual aposentadoria da seleção, porém mostra sinais de cansaço. "Depois das Olimpíadas, terei que conversar com o Bernardo e ver se tenho condições de continuar. Mas está muito pesado, estou fora de casa há muito tempo e minha família tem reclamado. Talvez posso fazer como o Gustavo, que saiu alguns anos e voltou", afirmou o jogador de 32 anos.

Futura Press
Rodrigão, reforço da temporada, participou da apresentação do elenco co Sesi para temporada 2011/2012

Serginho e Rodrigão treinam no Sesi sob o comando do técnico Giovane Gávio, bicampeão olímpico nos Jogos de Barcelona-1992 e Atenas-2004. O comandante, que ganhou o segundo ouro aos 33 anos, recomenda aos veteranos atenção especial na Inglaterra.

"Eles têm que aproveitar. Sabendo que está perto do final, a gente sente mais o gosto, se preocupa mais em curtir. Afinal de contas, é muito gostoso estar na seleção brasileira, ainda mais disputando uma Olimpíada. Tem que espremer o limão até a última gosta", aconselhou.

O primeiro compromisso da seleção brasileira após o vice-campeonato na Liga Mundial é o Sul-Americano, classificatório para a Copa do Mundo, que por sua vez oferece três vagas nos Jogos Olímpicos. Apesar de focarem o evento londrino, os atletas lembram que a participação não está garantida.

"Ainda vivemos uma expectativa e o nosso objetivo principal é poder acabar o ano com a seleção classificada para as Olimpíadas. No Sul-Americano, teremos a concorrência da Argentina, que cresceu bastante nas últimas Ligas Mundiais e tem um time jovem, que ainda vai evoluir muito. Eles vão nos dar trabalho", previu Murilo.

Na final da última edição da Superliga, a seleção brasileira, maior campeã da história do torneio, acabou derrotada pela Rússia. Para o experiente Rodrigão, o revés pode ser benéfico para o time do técnico Bernardinho no processo de preparação para os Jogos Olímpicos de Londres.

"Acho que a seleção vai chegar bem lá, a equipe vai estar melhor e mais experiente. Essa derrota ainda nesse ano veio para ajudar e trazer uma coisa positiva. A gente não poderia chegar lá invicto. Vale a pena sofrer um pouco agora e não ter surpresa", afirmou.

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